sexta-feira, 31 de março de 2017

Bélgica e Holanda - XVIII

Sexta-feira amanheceu fria (eu adoro... rs) e saímos para a rua.



Esta, a vista da janela do quarto, tomada após o café da manhã.
Nos dirigimos então ao ponto de encontro de uma excursão que, na falta do carro, eu havia comprado pela internet anteontem, através do site GetYourGuide.

A agência de turismo ficava próxima a Estação Central e, por volta das 14:15 horas
e uns 2 quarteirões mais, com os guias, estávamos no ônibus,
em direção a Zaanse Schans, Volendam e Marken.
Chegando a Zaanse Schans, logo avistamos os famosos moinhos de vento

e desembarcamos do ônibus para andar pela graciosa cidade.
Tudo muito lindo!!

Devido ao vento, a sensação térmica chegava a 2 graus.
Apesar de já termos visitado um moinho em Leiden, não custa nada entrar em outro. E está incluído no pacote... rs
As pedras de moagem em ação
com o moinho em pleno funcionamento.


Abaixo, os pequenos moinhos que, utilizando o princípio das bombas parafuso, faz a drenagem das terras baixas.
A propósito, metade das terras holandesas ficam abaixo de 1 metro acima do nível do mar e o ponto mais alto fica a apenas 321 metros acima.
As áreas baixas estão protegidas por diques e várias áreas foram conquistadas ao mar.
Em seguida, vamos em direção a Volendam, pelas estradas perfeitas da Holanda, como, aliás, de toda a Europa.

Ah, pra constar e pra todos os brasileiros que tem mania de dizer que pagamos uma gasolina cara no Brasil, o litro por aqui custa 1,40 euros, ou R$ 4,68, ao câmbio de hoje. Aqui em Niterói, no posto mais caro, custa 4 reais o litro...
Bem, chegamos à graciosa Volendam, com cerca de 22 mil habitantes

e fomos a fábrica local de queijos.

Amo queijos e fiquei com água na boca!!


Estava incluída uma exposição sobre a fabricação dos queijos,
  
feita por uma simpática senhora portuguesa, com quem conversamos bastante.

 
Na sequência, passear pelo gracioso lugar

e almoçar fish and chips, acompanhados de chopp Heineken.
Olhem a linda garçonete do lugar!!
Para a sobremesa, vamos provar um delicioso waffle e
aprender um pouco sobre sua feitura.
Umas comprinhas básicas de souvenirs

e hora de pegar um barco,

para chegar a aldeia de pescadores de Marken,


também uma graça.
Complementando o que escrevi mais acima, sobre a altura dos Países Baixos em relação ao nível do mar, Marken já foi uma ilha e hoje, por conta dos diques e drenagens, é uma península.

Temperatura neste momento, 10 graus!
Visita à fábrica de tamancos, assistindo a fabricação de um par.
Os tamancos são o calçado ideal para a região, porque permitem caminhar sobre terras úmidas, além de não passar friagem.




Não é o filme ítalo-francês, mas olha a árvore dos tamancos... rs
Ao final, tinha até um pato querendo embarcar no ônibus para Amsterdam!
E, de volta à gostosa capital, as casas tortas típicas...
Aqui, a bela Igreja de São Nicolau.
Uma coisa que ainda não comentei é que em Amsterdam, a prioridade nas ruas não é dos pedestres e sim dos ciclistas.
As bicicletas circulam a 30, 40 km por hora, geralmente não param e coitado do transeunte que não tiver atenção. Nós temos que tomar muito cuidado e olhar para todos os lados, o tempo inteiro, para não sermos atropelados.
Aqui, as bikes tem preferência total, tanto sobre carros, quanto sobre pedestres!!

Um rápido jantar, pois começou a garoar e estamos a caminho dos 4 graus e quando chegamos ao hotel, uns caras estavam descendo fumando maconha, apesar da proibição no local...
Bem, deixa pra lá... rs
Um bom vinho agora, mais um Bordeaux, banho e descanso, porque amanhã é dia de maratona por atrações da cidade.