domingo, 26 de fevereiro de 2012

Prum fim de semana feliz.

Ao final de um fim de semana de muito sol,
churrasco,
e piscina,
que pena, coração leviano...


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Trama em segredo teus planos
Parte sem dizer adeus
Nem lembra dos meus desenganos
Fere quem tudo perdeu
Ah, coração leviano
Não sabe o que fez do meu.

Este pobre navegante
Meu coração amante
Enfrentou a tempestade
No mar da paixão e da loucura
Fruto da minha aventura
Em busca da felicidade

Ah, coração teu engano
Foi esperar por um bem
De um coração leviano
Que nunca será de ninguém.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Carnaval maravilhoso!

Teve desfile:
Teve meus "filhotes":
Principalmente o filhão:
Noites agradáveis:
Muito "mé":
Sol, piscina e bagunça:
Churrasco:
Ufa! Ainda bem que só temos dois dias úteis pela frente...
Outro fim de semana está chegando e podemos descansar...
Ano que vêm tem mais carnaval...

domingo, 19 de fevereiro de 2012

E o desfile chegou. Viradouro!!!

Quase sem palavras...
Nunca suei tanto e tão gostoso... rs. A emoção é enorme! 
Eu não podia passar pela vida, como brasileiro, sem senti-la. E tinha que desfilar como um niteroiense de coração.
Belo desfile da Viradouro. Enredo: Nélson Rodrigues.
..."Ser bonita não interessa. Seja interessante!"...

Agora é aguardar a apuração, na quarta-feira.
Ano que vêm quero mais, quero grupo especial.
Valeu!!!!!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Está chegando!

E mais um carnaval está chegando.
Filhão chegando com os amigos, casa arrumada. Fantasia pronta, Sapucaí eu chego já. A Viradouro volta pro grupo especial...
Eis alguns sambas enredo que marcaram:
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"Custei a compreender que a fantasia
É um troço que o cara tira no carnaval
E usa nos outros dias por toda a vida."
(Aldir Blanc e João Bosco)

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Sampa

Sampa, como todo mês. Reunião de trabalho, mas, um gostoso jantar com o filhão. Pós graduado, MBA na França, promovido a relacionamento com investidores da empresa aonde trabalha. Meu orgulho!
The Fifties, na Alameda Santos. Isso é que é hamburger...

"Sou um pouco de todos que conheci,
um pouco dos lugares que fui,
um pouco das saudades que deixei,
sou muito das coisas que gostei.
Entre umas e outras errei,
entre muitas e outras conquistei"
(Ramon Hasman)

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

G.R.E.S. Unidos do Viradouro

A semana iniciou com a posse da nova presidenta da Petrobras, com direito a presidenta maior, Dilma, e tudo mais.
Amanhã a tarde, Sampa.
E, sábado, tem desfile pra voltar ao grupo especial.
O enredo? "A vida como ela é, bonitinha mas ordinária… Assim falou Nelson Rodrigues".
Podia ser melhor? Sim, pode. Estarei na avenida ajudando!!!
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Eu vou viajar pela luz do teu olhar
Amar demais, pecar sem medo
Mentir a verdade, trair o segredo
Tal qual você... em um subúrbio, o pierrô
A eloquência sem pudor
A flor da emoção (oooô)
Quero te ver, ó bela dama pecadora
A inocência tentadora
Reviver...
Amante, "engraçadinha"... me faz enlouquecer
Ordinária, bonitinha... meu prazer

Domingo no Maraca... magia
É sobrenatural essa paixão
Salve as três cores tão lindas
Na fantasia do meu coração

Quando a cortina se abrir
No palco da ilusão
Visto a nudez da liberdade
Nas asas da imaginação
Serei o filme mais belo que vai desfilar
A trilha sonora é o nosso cantar
De corpo e alma eu me entrego anjo sedutor
Vou além dos versos
Pra te conquistar
O teu universo a me guiar

Vou me perder... Amor
E no meu sonho te encontrar
Nelson Rodrigues... Sou Viradouro
Quero ver me censurar

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Dia a dia.

Tenho postado pouco. Sei disso e peço desculpas a meus seguidores. Não tem sido por falta de novidades e atividades, mas o dia a dia está bastante corrido, pra variar.
Bem, vamos lá. Quinta-feira o catamarã de 6:30hs, comigo dentro, perdeu o rumo e quase se chocou contra as pedras da pista do Santos Dumont. E a Barcas S.A. diz que eles tem GPS. Bom, talvez o piloto não saiba usar... rs
Ontem, o sábado foi de muita paz, sol, samba e cerveja
e continuo lendo "A arma escarlate"...
Fim de tarde e uma pausa para o prosecco com patê e mostarda d´espelette.
Hoje, domingão de sol e borboleta sinalizando sorte.
Conan tomou banho
Filhão vem aí e começam os preparativos pra desfilar na Viradouro.
Tivemos a greve criminosa em Salvador, a quase greve no Rio, mas o carnaval é mais importante, a morte do Wando, que deixou calcinhas a meio pau por todo o país e a morte, já "programada", da Witney Houston, belíssima voz...
Ainda tive uma reconciliação, um momento de decisão, as atividades profissionais e mais alguns afazeres domésticos bem trabalhosos...
Pronto! Atualizei a semana.
E, neste momento, chove torrencialmente por aqui. Bom pros meus jardins, bom pra refrescar...

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Meia noite em Paris



Woody Allen, assim como eu, é um cara apaixonado. Por seus filmes, por suas mulheres, pelas cidades em que passa e, mais que tudo, pelo cinema, só isso explica o quanto Meia Noite em Paris é deliciosamente apaixonante.
E talvez seja essa mesma paixão que mova o cineasta novaiorquino a começar seu novo filme deslumbrado pelas belezas da capital francesa, iniciando o filme por um verdadeiro tour pela Cidade Luz, como se tivesse a necessidade se redimir da injustiça de não conseguir mostrar tudo durante seu filme
Owen Wilson, que vive Gil, um roteirista de Hollywood que vai à Paris com a noiva e os sogros e acaba descobrindo uma nova cidade depois das badaladas do início da madrugada. Na verdade, é esse casal que prefere apresentar durante os créditos inicial invés de seu jazz tradicional. Ele romântico, tentando escapar do marasmo artístico dos roteiros descartáveis e escrever seu primeiro romance, inspirado por tudo que Paris representa (e representou), enquanto ela, vivida por Rachel McAdams, prefere não enxergar nada disso, sem conseguir entender qual a obsessão do marido por aquelas cidade, e pela chuva.
Uma história de amor, entre Gil, Allen, o espectador e Paris, já que o diretor não se esconde por trás de nenhum simbolismo ou metáfora para levar seu personagem em uma viagem no tempo de volta à Idade de Ouro dessa cidade, durante a década de 20, cheia de escritores, artistas e personalidade que, não sem exagero, deram o ponta-pé inicial para muito do que hoje existe em termos de arte.
Allen convida o espectador a participar dessa deliciosa viagem pela boemia da Cidade Luz, na companhia de uma grande salada de personagens famosos e verdadeiras homenagens que dão uma vida enorme ao filme e parecem dar as caras como um enorme playground de referências. É impossível não saborear cada linha de diálogo entre Gil e um Ernest Hemingway com cara de bêbado suicida, pessimista, galanteador, tétrico e obcecado por sua espingarda de caça.
E Meia Noite em Paris não se esconde por trás de um lado “pseudo-intelectual”, que nesse caso é irritantemente representado pelo personagem de Michael Sheen, amigo de faculdade da noiva de Gil e aparentemente capaz de ser expert em todo e qualquer assunto que exista no mundo. Na realidade Sheen é talvez a mola central dessa artimanha de Allen para criar mais ainda esse protagonista simpático, já que todos a sua volta, aos poucos, se tornam insuportáveis, vazios e céticos, incapazes de viver essas experiências.
Assim como seu protagonista, Allen parece à procura de viver essas experiências e não falar sobre elas como se tivesse lido em um livro, e isso é imprescindível para que “Meia Noite em Paris” seja essa experiência tão apaixonante, já que é fácil se sentir como um companheiro de viagem do diretor nessa viagem.
Por outro lado, essa “viagem no tempo” dá ainda a chance de Allen zombar da cadeira de vinte mil dólares no presente, ao mesmo tempo em que se permite ver um quadro de Matisse sendo vendido por quinhentos francos.
Meia Noite em Paris não quer ser simbólico, metafórico, surrealista ou cheio de leituras, mas só contar essa história, juntar esses personagens nessa história de amor e, no final das contas, ter a certeza de que o presente sempre parece insuficiente para quem não tem limites para sonhar e às vezes perceber que a única coisa necessária é esse momento de chuva sobre Paris que acaba deixando-a muito mais bonita. E essa impressão, só consegue ser passada realmente por um gênio como Woody Allen que, decididamente, é um cara apaixonado, mais que qualquer coisa, pelo cinema.
Isso é que é filme. Apaixonante!
Principalmente para quem passou 11 dias "batendo pernas" pela maravilhosa Paris, como eu...

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

O tempo

Oficina G3 é uma banda de rock formada em São Paulo. Fundada no fim dos anos 1980 e em atividade desde 1987, passou por vários estilos musicais, como o hard rock e pop rock, até chegar ao metal progressivo atual, e influências de nu metal, metalcore, entre outros, tendo várias formações ao longo dos anos. A banda já foi indicada para o Troféu Talento em várias categorias, e para o Grammy Latino nos anos de 2005, 2007 e 2009.
E tem a ver com o que estou sentindo hoje...
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O vento toca o meu rosto
me lembrando que o tempo vai com ele
levando em suas asas os meus dias,
desta vida passageira
minhas certezas, meus conceitos,
minhas virtudes, meus defeitos
nada pode detê-lo...
...o tempo se vai
mas algo sempre eu guardarei...
..o Teu amor, que um dia eu encontrei

os meus sonhos, o vento não pode levar
a esperança, encontrei no Teu olhar
os meus sonhos, a areia não vai enterrar
porque a vida recebi ao Te encontrar...

...nos Teus braços não importa o tempo
só existe o momento de sonhar
e o medo que está sempre à porta
quando estou com Você
Ele não pode entrar...

...o tempo se vai
mas algo sempre guardarei...
..o Teu amor, que um dia eu encontrei

os meus sonhos, o vento não pode levar
a esperança, encontrei no Teu olhar
os meus sonhos, a areia não vai enterrar
porque a vida recebi ao Te encontrar ...