sábado, 30 de abril de 2011

Não sei quantas almas tenho


Não sei quantas almas tenho.
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem acabei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem;
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que sogue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo : "Fui eu ?"
Deus sabe, porque o escreveu.
(Fernando Pessoa).-

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Toda sexta-feira

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Toda sexta-feira
Toda roupa é branca
Toda pele é preta
Todo mundo canta
Todo o céu magenta
Toda sexta-feira
Todo canto é santo
E toda conta
Toda gota
Toda onda
Toda moça
Toda renda
Toda sexta-feira
Todo o mundo é baiano junto.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Oscar Wilde


Um homem pode viver feliz com qualquer mulher desde que não a ame.

Exposição: Fernando Pessoa, plural como o universo.

A exposição, no Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro, mostra as facetas do poeta português, que foi capaz de inventar e se reinventar por meio de diversos personagens fictícios ao longo de seus 47 anos de vida.

Fernando_Pessoa.jpg

Temos a oportunidade de conhecer, ou reconhecer, algumas de suas personas, que se revelam nos versos assinados por seus heterônimos – personagens-poetas com identidade própria – e por pessoa “Ele-mesmo”. A exposição mostra toda a multiplicidade da obra de Pessoa e pretende conduzir o visitante a uma viagem sensorial pelo universo do poeta, fazendo-o ler, ver, sentir e ouvir a materialidade de suas palavras.

Têm-se ainda a oportunidade de ver algumas raridades, como a primeira edição do livro Mensagem, único publicado por ele em vida, e os dois números da revista Orpheu, um marco do modernismo em Portugal.

Em uma das salas, o visitante poderá entrar em cinco cabines onde são projetados trechos de poemas do próprio Fernando Pessoa e de seus heterônimos mais conhecidos: Alberto Caeiro, Ricardo Reis, Álvaro de Campos e Bernardo Soares. A sexta cabine, chamada de “Eu sou muitos”, é dedicada a outras personalidades literárias criadas pelo poeta. Em outro espaço, o visitante entrará numa espécie de labirinto poético que mostra de forma lúdica e encantadora trechos de poesias e imagens de Fernando Pessoa, como forma de retratar suas várias personas.

Dentro da concepção, inspirada no lado místico de Pessoa, há um grande pêndulo representando o Tempo. Ao lado dele, trechos de poemas são projetados e apagados pelo mar em tanques virtuais de areia. Na parede ao fundo, dois vídeos são projetados, como se fossem duas janelas. O primeiro, produzido pelo documentarista Carlos Nader com roteiro do poeta Antônio Cícero, mostra pessoas, em meio a uma multidão, recitando Pessoa. O segundo mostra uma imagem do mar, sempre em movimento, tirada do emblemático filme “Limite” (1931), de Mario Peixoto.

Por fim, o visitante poderá acompanhar a cronologia da vida-obra do poeta com a ajuda de imagens retiradas da recém-lançada fotobiografia produzida por Richard Zenith.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Amizade


A amizade é um meio de nos isolarmos da humanidade cultivando algumas pessoas.
(Carlos Drummond de Andrade)

Dust in the wind.

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Eu fecho meus olhos
Apenas por um momento
E o momento se foi
Todos os meus sonhos
Curiosamente passam diante dos meus olhos como curiosidade

Poeira no vento
Tudo o que nós somos é poeira no vento

A mesma velha música
Apenas uma gota d'água em um mar infinito
Tudo o que fazemos
Cai em pedaços embora nós nos recusemos a enxergar

Poeira no vento
Tudo o que somos é poeira no vento

Agora, não fique esperando
Nada dura para sempre, apenas a terra e o céu
O tempo foge
E todo o seu dinheiro não comprará outro minuto

Poeira no vento
Tudo o que somos é poeira no vento
Poeira ao vento
Poeira ao vento
Tudo isso é poeira no vento

Exposição: A arte e a cidade.

Essa necessidade de seguir criando, me remete ao poeta Ferreira Gullar: “A arte existe porque só a vida não basta”. Erickson Britto.

Erickson_Britto.jpg

A exposição do artista paraibano Erickson Britto reúne 30 obras, entre esculturas, maquetes de obra pública, objetos e jóias e traz para discussão os temas “Arte” e “Cidade”. A realização no Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro dá seqüência à itinerância da mostra. Os trabalhos, realizados em diferentes períodos, vão se complementando em cada mostra, para formar uma linguagem única da obra do artista, que está completando 30 anos de produção.

Ainda na infância, a primeira visão aérea de João Pessoa criou a identidade conceitual de sua arte: o espaço público. Composições geométricas agrupadas, com inclinações e arquiteturas diferentes, o colonial, o barroco das igrejas, edificações dos anos 1950... Todas essas formas e equilíbrio o impressionaram profundamente, potencializando o destino da sua obra e ativando um mecanismo de observação da tridimensionalidade e da percepção da volumetria dos equipamentos urbanos, também de outras cidades do Brasil e do exterior.

“Quando criança, ao observar a cidade do edifício mais alto de João Pessoa, uma sensação me marcou: o traçado da cidade, ruas, casas, praças, edifícios, galpões, ginásios cobertos, placas sinalizadoras e fábricas formavam desenhos em blocos compactos com seus telhados de diversas águas... Eu sempre tenho a sensação, no momento da criação, que todo projeto executado é sempre um protótipo de algo maior, para um espaço mais democrático, para o público que circula nas cidades. No meu percurso artístico, procuro resgatar a história e o urbanismo daquela cidade inicial, na tentativa de reordená-la plasticamente, com o uso do aço polido, na maioria das vezes, do que restou após tantas mudanças nos estilos arquitetônicos das construções originais”, diz o artista.

Entre os trabalhos que integram a exposição, destaca-se a obra pública “Saudação ao Sol”, premiada em concurso realizado pela Prefeitura de João Pessoa. São seis totens intensamente vermelhos, maciços e densos – evidentemente projetados para encararem o sol onde ele nasce primeiro nas Américas: João Pessoa – e que encheram os olhos e a imaginação de todos, pela força de sua presença, além da clara mensagem de veneração à vida. O coletivo sem especificação de cor, sexo, raça, representado por seis e não apenas um totem, o ambiente e o sol incorporados ao seu conceito. Impossível chegar mais perto da essência do que somos e do que precisamos: a vida e a luz. Impressionou a capacidade de dizer tanto com tão pouco. Tivemos, naquele momento, a certeza de que acabava de surgir um novo poeta da forma“.

A mostra traz ainda comentários do também curador Ricardo Resende, do museólogo Osvaldo Gouveia, da arquiteta e designer Janete Costa e do paisagista e artista plástico Roberto Burle Marx.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Fernando Pessoa


O meu passado é tudo quanto não consegui ser. Nem as sensações de momentos idos me são saudosas: o que se sente exige o momento; passado este, há um virar de página e a história continua, mas não o texto.

Exposição: Palavra & Imagem

Álbuns unindo artistas e escritores brasileiros

O_Breve_Momento.jpg

Quem perderia um encontro entre Siron Franco e Manuel de Barros?

É possível imaginar o resultado de um livro em que Vinicius de Moraes e Carlos Leão são os autores?

E manuscritos de Paulo Coelho ilustrados por sua mulher, Cristina Oiticica?

Todos esses belos exemplos e mais sete encontros imperdíveis estão na mostra “Palavra e Imagem”, que o Centro Cultural Correios apresenta. Os manuscritos pertencem ao acervo da Lithos Edições de Arte e foram produzidos ao longo dos últimos 35 anos. São serigrafias, numeradas e assinadas, com imagens e textos de nomes como, Carlos Drummond de Andrade e Enrico Bianco, Marly de Oliveira e Carlos Scliar. Essas junções não obedeceram ao tradicional trabalho de ilustração sobre uma obra literária, com exceção de Carybé e Jorge Amado no álbum “O compadre de Ogun”. Prevaleceu a inspiração sobre um tema no caso de Armando Freitas filho e as seis gravuras de Anna Letycia.

A exposição apresenta obras para todos os gostos, como o curioso Cahier d’ Artiste, único caso da mostra em que texto e litografias são da mesma pessoa, o consagrado Rubens Gerchman, egresso da chamada geração 80. Ainda como curiosidades, a reunião de ditos populares, reunidos por Álvaro Vale e casados aos desenhos de Romanelli. Esse álbum, em especial, apresenta uma característica única: os textos foram vertidos para o japonês e a série de apenas sete exemplares, foi oferecida ao então Imperador Hiroito, em sua passagem pelo Brasil

Apresenta, ainda, a representativa obra “Dez Visões Rupestres”, recriação que Siron Franco produziu junto ao texto de Ferreira Gullar. O artista se inspirou em inscrições pré-históricas gravadas em rocha no Brasil central.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Bidê ou balde

videoBanda formada em Porto Alegre, em 1998. Gostei!

Ela vai mudar,
Vai gostar de coisas que ele nunca imaginou
Vai ficar feliz de ver que ele também mudou
Pelo jeito não descarta uma nova paixão
Mas espera que ele ligue a qualquer hora

Só pra conversar
E perguntar se é tarde pra ligar
Dizer que pensou nela
Estava com saudade
Mesmo sem ter esquecido que

É sempre amor, mesmo que acabe
Com ela aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou

Ele vai mudar,
Escolher um jeito novo de dizer "alô"
Vai ter medo de que um dia ela vá mudar
Que aprenda a esquecer sua velha paixão
Mas evita ir até o telefone

Para conversar
Pois é muito tarde pra ligar
Tem pensado nela
Estava com saudade
Mesmo sem ter esquecido que

É sempre amor, mesmo que acabe
Com ele aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou

Para conversar
Nunca é muito tarde pra ligar
Ele pensa nela
Ela tem saudade
Mesmo sem ter esquecido que

É sempre amor, mesmo que acabe
Com ele aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou

Pós Páscoa


Após a renovação da Páscoa, lembre-se sempre desta frase:

A vida tem a cor que a gente pinta!

domingo, 24 de abril de 2011

Boa Páscoa!


Há quem diga que Páscoa se comemora com ervas amargas e carneiro assado na brasa...
Há quem diga que devemos fazê-lo comendo ovos de chocolate
...
Há quem diga que coelhos botam ovos...

Há quem misture fertilidade com liberdade e renascimento... Há quem não consegue entender qual o real valor deste dia tão sagrado... Há quem se aproveite disso...
Há quem perca muito com isso...
Há quem não está nem aí pra isso...
E há você, lendo isso e se perguntando:

O que tenho com isso?

Há quem diga que por causa de você, tudo isso que parecia não ter sentido, agora demonstra ter.

Você é especial, Feliz Páscoa!!!

sábado, 23 de abril de 2011

Sábado de Aleluia


Quero captar o meu é. E canto aleluia para o ar assim como faz o pássaro. E meu canto é de ninguém. Mas não há paixão sofrida em dor e amor a que não se siga uma aleluia.

Clarice Lispector.-

Cisne negro

O filme não tenta ser amigável ou popular, apenas faz de tudo para ser ele mesmo, contar uma história e deixar seu espectador pensando nela por um tempo depois de as luzes se acenderem. Mas a história sobre essa bailarina que se vê de frente com a oportunidade de interpretar o papel principal no “Lago dos Cisnes”, não faz “Cisne Negro” perdurar depois de seu fim por algum tipo de dúvida, mas sim por não permitir que consigamos nos livrar de seu peso tão facilmente, do mesmo peso que esmaga todos contra suas poltronas durante todo filme.

O mesmo peso que vem movendo Aronofsky por seus filmes, essa obsessão do diretor em levar seu público para um passeio obcecado pela dor de seus personagens, um caminho que sempre aponta para seus limites, sem precisar olhar para isso como algo necessariamente feliz. Por mais, que sempre faça questão de dar a eles esse momento de êxtase antes do fundo do poço, não de modo pessimista, mas sim visceral.

Claro que “Cisne Negro” não tenta ser cru como seu “Réquiem para um Sonho”, muito menos doloroso como “O Lutador”, mas talvez Aronofsky esteja mais preocupado em casar a veracidade do primeiro, com o estudo cruel do segundo e misturar tudo com o delírio primitivo de seu "primeiro" filme.

Aqui, Aronofsky é corajoso, começa seu filme se movimentando em volta da bailarina de Portman, sozinha, sob um foco de luz que parece desesperado para focá-la, mas que não consegue iluminar a angustia de seus olhos e a dor de sua face. “Cisne Negro” acaba sendo sobre essa dançarina que vê a oportunidade de brilhar em sua companhia de balé, mas para isso, mesmo já garantida no papel, é obrigada a partir nessa viagem angustiante em que tem que deixar um lado seu, que até aquele momento ela própria desconhecia, tomar conta de si: seu reflexo negro (como o cisne que precisa interpretar).

Nós acompanhamos a dor das juntas estalando ao acordar, a preparação dolorida da sapatilha, cheia de rasgos e dobras, dos diversos machucados, do suor, da disputa entre as bailarinas, da disciplina e do peso por trás daqueles movimentos que enchem o palco de beleza. Porém, o filme” é muito mais sobre esse impulso violento e destrutivo que carrega a protagonista em direção a essa nova pessoa que ela não desconfiava ser, mesmo que isso lhe custe a sanidade.

E, no meio desse palco, quem dá o show é Natalie Portman. Precisa, contundente e impecável na procura dolorosa desses pequenos detalhes e nuances que compõe esse personagem. A felicidade do telefonema em lágrimas da escolha para o papel ganha uma profundidade indescritível, que extrapola a obsessão da mãe em ver a filha como a realização do sonho que ela não conseguiu realizar (e da filha em não se tornar um reflexo disso), e pinta um retrato verdadeiro e sensível, da emoção daquele êxtase dos personagens de Aronofsky.

Mas o maior trabalho de Portman se dá, justamente, durante a transformação dessa bailarina virginal, frágil e meiga, assustada e sonhadora nesse ser, que só consegue se libertar nos últimos momentos do filme, mas o faz de modo inesquecivelmente poderoso e arrepiante. De modo contido e sutil, Portman aos poucos vai destrancando esse monstro de dentro de sua perfeição, se livrando dessa inocência, mas em momento nenhum rivalizando com a exposição da outra bailarina, vivida de modo igualmente forte por Lisa Kunis, que representa o lado escuro de sua pureza (vestida de negro e sempre pronta para satisfazer suas vontades e desejos), talvez até rivalizando com a protagonista, mas, mais do que isso, sendo, exatamente, aquele mesmo reflexo fora dos espelhos, que ela tanto busca em seu Cisne Negro.

Portman dá ao espectador o prazer de acompanhá-la em sua transformação nessa criatura escuro, sem limites e barreiras, que toma o palco com suas penas sem cor, um olhar apaixonado e injetado de desejo e vida, violência e um mundo aos seus pés, em uma salva de palmas que só veio à custa da perda de todo resto que lhe impedia de chegar até aquele último salto do Cisne Branco em busca da redenção.

Filmaço! Obra prima de Aronofsky!!!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Homens de um livro só.


O livro, do mineiro Mateus Soares de Azevedo, concorre ao Book of the year.
Formado em Comunicação pela PUC-SP, fez pós-graduação em Relações Internacionais na Universidade George Washington, nos EUA, e mestrado em História das Religiões na USP. Sua especialidade, desde então, é o islamismo.
Para emplacar uma versão de “Homens de um livro só” nos EUA, ele colocou um exemplar da versão publicada pela editora Nova Era debaixo do braço e foi para a Feira do Livro de Berlim em 2008, por conta própria. Voltou com duas propostas: uma da editora americana World Wisdom e uma da espanhola Olañeta, de Palma de Mallorca. O primeiro acordo decolou logo em seguida e acaba de render a indicação ao Book of the Year. No Brasil, curiosamente, os 5 mil exemplares da tiragem inicial ainda não se esgotaram.
Para ficar entre os finalistas do prêmio, “Homens de um livro só” passou pelo crivo da American Library Association (associação das bibliotecas públicas dos EUA) e de um grupo de livreiros, editores e jornalistas especializados, que leram 1.400 obras. O vencedor será anunciado em junho.
Com ótima introdução de William Stoddart, o problema identificado no livro, situar o fundamentalismo militante em seu contexto apropriado, é um dos temas mais urgentes de nossos dias. E o livro fornece uma resposta que todos deveriam conhecer.
Ainda há exemplares na Livraria da Travessa, aonde adquiri o meu, já devidamente "devorado".

Conan: 1 ano!!!

Hoje meu melhor amigo completa 1 ano de vida. Fazendo uma relação com a idade humana, ele está completando 15 anos. Um "aborrecente"...
Ele chegou pra mim assim: Hoje está assim:

FELIZ ANIVERSÁRIO, MEU COMPANHEIRO!!!

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Dia de descanso.

Quinta-feira de descanso... Um gostoso café da manhã. Poltrona nova na piscina. Até os micos vieram fazer uma visitinha. E, pra terminar, um belo por do sol, anoitecendo suavemente...

Páscoa


Muito antes de ser considerada a festa da ressurreição de Cristo, a Páscoa anunciava o fim do inverno e a chegada da primavera.

A Páscoa sempre representou a passagem de um tempo de trevas para outro de luzes, isto muito antes de ser considerada uma das principais festas da cristandade. A palavra "páscoa" – do hebreu "peschad", em grego "paskha" e latim "pache" – significa "passagem", uma transição anunciada pelo equinócio de primavera (ou vernal), que no hemisfério norte ocorre a 20 ou 21 de março e, no sul, em 22 ou 23 de setembro.

De fato, para entender o significado da Páscoa cristã, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar dos antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa.

Ostera (ou Ostara) é a Deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Persephone. Na mitologia romana, é Ceres.

A celebração de Ostara, comemora a fertilidade, um tradicional e antigo festival pagão que celebra o evento sazonal equivalente ao Equinócio da primavera.

Algumas das tradições e rituais que envolve Ostara, inclui fogos de artifícios, ovos, flores e coelho.

Ostara foi cristianizada como a maior parte dos antigos deuses pagãos.

Os símbolos tradicionais da Páscoa vêm de Ostara. Os ovos, símbolo da fertilidade, eram pintados com símbolos mágicos ou de ouro, eram enterrados ou lançados ao fogo como oferta aos deuses. É o Ovo Cósmico da vida, a fertilidade da Mãe Terra.

Ostara gosta de verde e amarelo, cores da natureza e do sol.

O Domingo de Páscoa é determinado pelo antigo sistema de calendário lunar, que coloca o feriado no primeiro Domingo após a primeira lua cheia ou seguindo o equinócio.

A Páscoa foi nomeada pelo deus Saxão da fertilidade Eostre, que acompanha o festival de Ostara como um coelho, por esta razão, o símbolo do coelho de páscoa na tradição cristã. O coelho é também um símbolo de fertilidade e da fortuna.

Foi adaptada e renomeada pelos cristãos, do feriado pagão Festival de Ostara, da maneira que melhor lhe convinha na época assim como a tradição dos símbolos do Ovo e do Coelho.

A data cristã foi fixada durante o Concílio de Nicéa, em 325 d.C., como sendo "o primeiro Domingo após a primeira Lua Cheia que ocorre após ou no equinócio da primavera boreal, adotado como sendo 21 de março.

A festa da Páscoa passou a ser uma festa cristã após a última ceia de Jesus com os apóstolos, na Quinta-feira santa. Os fiéis cristãos celebram a ressurreição de Cristo e sua elevação ao céu. As imagens deste momento são a morte de Jesus na cruz e a sua aparição. A celebração sempre começa na Quarta-feira de cinzas e termina no Domingo de Páscoa: é a chamada semana santa.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Olha o feriadão aí, genteee!!!

A mulher madura quando se apaixona

Pra Ninique:

A mulher madura quando se apaixona
Não pressiona.
Ela é paciente e cordial,
Não leva pro pessoal.
Sofre calada,
Quase que resignada.
Mas sabe a hora de falar
Sem ter que a cabeça baixar.
Ama com paixão,
Com uma certa devoção.
É bem-humorada,
E muito melhor arrumada.
Seu perfume é suave,
E ela não é um entrave.
Ela sabe o que quer
E adora ser mulher.
É mais companheira,
Não é traiçoeira.
Ela tem mais tesão,
Um verdadeiro furacão.
É mais confiante
E muito melhor amante.
É mais decidida
E melhor resolvida!
É gata manhosa, generosa,
E mulher mais carinhosa.
Sua prosa é boa
E não fala palavras à toa.
É boa de cama, mesa e banho,
E tem um coração sem tamanho.
Ao contrário do que acontece,
Quando um homem ela conhece,
Lhe dá 100% de crédito,
Todos sabem: isso é inédito.
É ele quem se tira os pontos,
Perde as próprias chances, como os tontos.
Quando ela o convida a se retirar
Foi ele mesmo quem fez o seu crédito abaixar;
Ela não o expulsou pra mostrar poder:
Ele fez por merecer!
Quando ela se apaixona, o seu coração renasce,
Quando se decepciona, mata no talo o enlace;
Porque a mulher que é madura sabe bem o que quer,
Porque ela é mulher, muito, muito mulher!

(Telma Costa)

terça-feira, 19 de abril de 2011

Tristeza

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Tristeza
Por favor vá embora
Minha alma que chora
Está vendo o meu fim
Fez do meu coração a sua moradia
Já é demais o meu penar
Quero voltar aquela vida de alegria
Quero de novo cantar.

Nietzsche


As convicções são inimigas mais perigosas da verdade do que as mentiras.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Twitter


Twitter LeiSecaRJ: eu sigo e antes de fazer qualquer julgamento de mérito, conheça.
Afinal, ele acabou de ganhar o Oscar do Twitter, em Nova York, na categoria Notícias!

Basta de hipocrisia!!!

Ele é de utilidade pública e auxilia a todos no grande Rio, no dia a dia. Sem contar o que realizou após a catástrofe das chuvas na região serrana.

Eu e a brisa

Hoje, caminhando, saindo da estação das barcas, apressado, observei o por do sol, me deixei sentir a brisa no rosto e me veio a mente a música imortal de Johnny Alf, que posto aqui na voz do, também imortal, Tim Maia video

Ah! se a juventude que esta brisa canta
Ficasse aqui comigo mais um pouco
Eu poderia esquecer a dor de ser tão só
Pra ser um sonho
E aí então quem sabe alguém chegasse
Buscando um sonho em forma de desejo
Felicidade então pra nós seria
E depois que a tarde nos trouxesse a lua
Se o amor chegasse eu não resistiria
E a madrugada acalentaria nossa paz
Fica, oh! brisa fica
Pois talvez quem sabe
O inesperado faça uma surpresa
E traga alguém que queira te escutar
E junto a mim, queira ficar,
Queira ficar...

domingo, 17 de abril de 2011

Pré Páscoa


Faça desta páscoa, a tua páscoa. Faça desta ressurreição, tua ressurreição. Nunca se entregue, pois é somente a cada adversidade que poderemos vislumbrar uma nova oportunidade.

Lua cheia

Olha a lua cheia no meu jardim...

Quero que saibas uma coisa.

Tu sabes como é:
se olho a lua de cristal, os galhos vermelhos do outono em minha janela,
se toco junto ao fogo as impalpáveis cinzas
no corpo retorcido da lenha,
tudo me leva a ti,
como se tudo o que existe:
aromas, luz, metais,
fossem pequenos barcos que navegam em direção às ilhas tuas que esperam por mim.

Agora, bem,
se pouco a pouco tu deixares de me querer
pararei de te querer
pouco a pouco.

Se de repente me esqueceres
não me procure,
pois já terei te esquecido.

Se consideras violento e louco o vento das bandeiras que passa por minha vida
e decidires me deixar às margens do coração no qual tenho raízes,
lembra-te
que nesta dia,
a esta hora
levantarei os braços e minhas raízes partirão em busca de outra terra.

Mas
se em cada dia,
cada hora,
sentires que a mim estás destinado com implacável doçura,
se em cada dia levantares uma flor em teus lábios para me buscares,
oh meu amor, oh minha vida,
em mim todo esse fogo se reacenderá,
em mim nada se apaga ou se esquece,
meu amor se nutre do seu, amado,
e enquanto viveres
estará em teus braços
sem deixar os meus.
(Pablo Neruda)

sábado, 16 de abril de 2011

Do you wanna dance

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Você quer dançar e segurar a minha mão?
Me diga que eu sou o seu homem
Baby, você quer dançar?

Você quer dançar sob a luz da lua?
Me agarre e me beije por toda a noite
Baby, você quer dançar?
Você quer dançar, garota, e segurar minha mão?
Me diga que eu sou seu homem
Baby, você quer dançar?
Você quer dançar sob a luz da lua?
Me ame garota por toda a noite
Baby, você quer dançar?

Garota agora Você quer? Você quer? Você quer? Você quer dançar?
Você quer? Você quer? Você quer? Você quer dançar?
Você quer? Você quer dançar?

Sim, você quer dançar? Eu suponho que sob a luz da lua?
Me agarre e beije por toda à noite
Baby, você quer dançar?

Mário Quintana


Quando eu for, um dia desses,
Poeira ou folha levada
No vento da madrugada,
Serei um pouco do nada
Invisível, delicioso

Que faz com que o teu ar
Pareça mais um olhar,
Suave mistério amoroso,
Cidade de meu andar
(Deste já tão longo andar!)

E talvez de meu repouso...

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Sexta-feira: Clarice


Mas tenho medo do que é novo e tenho medo de viver o que não entendo - quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo, não sei me entregar à desorientação.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Há 99 anos, um trato entre a bola e os céus fazia surgir o Santos Futebol Clube


Torcedor santista: esqueça, por alguns momentos, da situação complicada na Libertadores, das polêmicas com grandes ídolos recentes, ou atuações pouco animadoras nas últimas partidas. Feche os olhos, e certamente, surgirá um outro Santos à sua frente. Uma equipe imaculadamente vestida de branco, em uma Vila Belmiro lotada – mas podia ser Pacaembu, Maracanã, Morumbi ou Estádio da Luz, em Lisboa. Lá se vão 99 anos desde que a bola entrou em acordo com os céus e, assim, fez nascer o Santos Futebol Clube.
Já foram marcados mais de 11 mil gols, ao longo do tempo. Feios ou bonitos, decisivos ou não, pouco importa. A cada um deles, a torcida do Peixe vibrou intensamente. E seus autores? Os mais variados. De Pelé,o maior de todos, com 1.091, passando por Pepe, Coutinho, Araken, Feitiço, Juary, Serginho Chulapa, Guga, Robinho, Neymar, chegando até a voluntariosos, mas medianos, como o obscuro Geilson, autor do gol 11 mil, por exemplo. “Santos, Santos, gol!”, diz a música adotada como hino informal. Nada mais justo. Mas o Alvinegro, que nasceu no exato dia em que o grandioso Titanic desaparecia nas águas do Atlântico Norte, tem algo de especial, único. Deve ter sido um acordo: para que um gigante surgisse, outro deveria submergir. E o Peixe não é só ataque: Gilmar dos Santos Neves, Mauro Ramos de Oliveira, Carlos Alberto Torres, Calvet, Ramos Delgado. Impedir gols e triunfos rivais também é uma arte, e estes são legítimos representantes desta dinastia. Sempre com técnica e disciplina. Peixe também de dirigentes imortais. De Athié Jorge Coury, o maior de todos, e Modesto Roma, outro marco na vida do clube, entre outros. Tantos presidentes, tantas glórias conquistadas. Pois o ano do centenário do Peixe começou. E com ele, a meta de fazer, dos próximos 100, tão gloriosos quanto este século preto-e-branco. Pois nascer, viver, e no Santos morrer, que me perdoem os não-alvinegros, é um orgulho que nem todos podem ter.
E, está aí. Vencemos e continuamos na Taça Libertadores!
Belo presente.

As letras


As letras podem ser únicas... D N A
Podem ser sóbrias... A A
As letras podem ter maior conteúdo... E T C
Podem dar prazer... G
As letras podem ser um parâmetro... Q I
Podem ter muito peso... K G
As letras podem ser alucinantes... L S D
Podem ser profundas... O M
As letras sempre tem algo mais a dizer... P S
Podem ser implacáveis... R I P
As letras podem ser de grande ajuda... S O S
Podem ser explosivas... T N T
As letras podem te marcar por toda a vida... H I V
Podem ser um alívio... W C
Podem significar infinitas coisas... N
As letras podem causar delírio de grandeza... X L
Podem ser muito explícitas... X X X
As letras podem ter um bom final... Z

Junte-as!

Ler é comunicar-se, sonhar, imaginar, entreter-se, aprender, conhecer...
Desenvolve o vocabulário, a compreensão e o pensamento crítico.

Leia mais e melhor.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Reclamação de consumidor


3 coisas que eu não quero nunca mais: Notebook HP, operadora de telefonia Oi e internet Velox.
Aliás, cadastrem-se na GVT, como forma de fazer pressão.

Ternura


Eu te peço perdão por te amar de repente
Embora o meu amor
seja uma velha canção nos teus ouvidos
Das horas que passei à sombra dos teus gestos
Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos
Das noites que vivi acalentando
Pela graça indizível
dos teus passos eternamente fugindo
Trago a doçura
dos que aceitam melancolicamente.
E posso te dizer
que o grande afeto que te deixo
Não traz o exaspero das lágrimas
nem a fascinação das promessas
Nem as misteriosas palavras
dos véus da alma...
É um sossego, uma unção,
um transbordamento de carícias
E só te pede que te repouses quieta,
muito quieta
E deixes que as mãos cálidas da noite
encontrem sem fatalidade
o olhar estático da aurora.
(Vinícius de Morais)

terça-feira, 12 de abril de 2011

Pai...

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Sem palavras...

Começar de novo...

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Começar de novo e contar comigo
Vai valer a pena ter amanhecido
Ter me rebelado, ter me debatido
Ter me machucado, ter sobrevivido
Ter virado a mesa, ter me conhecido
Ter virado o barco, ter me socorrido

Começar de novo e só contar comigo
Vai valer a pena ter amanhecido
Sem as tuas garras sempre tão seguras
Sem o teu fantasma, sem tua moldura
Sem tuas escoras, sem o teu domínio
Sem tuas esporas, sem o teu fascínio
Começar de novo e só contar comigo
Vai valer a pena já ter te esquecido
Começar de novo...

Meu pai


Mais um 12 de abril, mais um aniversário daquele que norteará minha vida para sempre.
Minha homenagem a você, esteja aonde estiver. E sei que você está aqui...

O homem que eu admiro tanto,
com todas as suas virtudes e também com seus limites.
O homem com olhar de menino, sempre pronto e atento,
que mostrou-me o caminho da vida, que estava pela frente.

O mestre contador de histórias,
que trazia em seu coração tantas memórias,
espalhava no meu caminhar muitas esperanças,
certezas e confiança.

O homem alegre e brincalhão,
mas também, às vezes, silencioso e pensativo,
homem de fé e grande luta,
sensível e generoso.

O abraço aconchegante a me acolher, aquele homem,
meu pai, com quem aprendi a viver.
Pai, paizinho, paizão...
meu velho, meu grande amigão, conselheiro e leal amigo:
infinito é teu coração.

Obrigado, pai, por ter orientado o meu caminho,
feito de lutas e incertezas,
mas também de muitas esperanças e sonhos!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A origem

Em um mundo onde se pode entrar nos sonhos, Dom Cobb (Leonardo DiCaprio) é um especialista em entrar nos sonhos das pessoas para conseguir roubar seus segredos enquanto elas estão inconscientes. Entretanto, ao falhar em uma missão e não conseguir descobrir os segredos do empresário japonês Saito (Ken Watanabe), o mesmo Saito lhe propõem um trato: Entrar na mente de seu concorrente Fischer (Cillian Murphy) e plantar uma idéia relacionada ao sucesso de seus negócios no futuro, que causaria a ruína de Fischer, herdeiro de um império. Em troca disto, Coob, que é procurado nos EUA por ser suspeito de matar sua esposa Mal (Marion Cotillard) teria sua ficha limpa e poderia retornar para rever os filhos. Embora o plano de plantar uma idéia na mente de outra seja mais complicado do que retirar algo da mente, Cobb aceita fazer o trabalho com a ajuda de outras pessoas que compõe seu grupo: seu parceiro Arthur (Joseph Gordon-Levitt), a novata arquiteta de sonhos Ariadne (Ellen Page), responsável por criar os cenários nos sonhos invadidos/criados, e também de Eames (Tom Hardy), que consegue se disfarçar nos sonhos e refletir a imagem de outra pessoa. Com isto, eles farão a missão mais difícil de todas, que Coob espera ser a última, para que ele possa retornar à sua vida normal e rever os filhos. Para isto, ele colocará todos em risco, sem que percebam em um primeiro momento.

Sucesso de bilheteria e crítica nos EUA, é a mais nova produção do diretor Christopher Nolan e isto já garante ao filme uma boa vantagem inicial. O filme consegue criar cenários inimagináveis, que somente poderiam ocorrer em um sonho mesmo. Embora com roteiro um pouco complexo, o filme consegue ser compreendido e consegue manter presa a atenção no suspense enquanto o grupo age nos sonhos. Sonhos estes, que serão criados dentro de um, que terá mais um dentro! Parece meio confuso, mas assistindo o filme se consegue compreender a complexidade da ação de Cobb na mente de Fisher. E mais uma vez, Leonardo DiCaprio mostra que está em sua melhor fase. O mais interessante é a maneira que Cobb tem para saber se está em um sonho ou na realidade (veja no filme), tamanho o nível que sua mente alcançou e as vezes nem ele mesmo parece saber se é real ou sonho. No final, embora pareça claro que é a realidade, o diretor deixa uma pequena dúvida, para você perguntar para mais alguém se era ou não.

Apenas como curiosidades: O filme foi rodado em seis países: Marrocos, Canadá, EUA, França, Japão e Inglaterra; o set de um corredor de hotel foi feito para rodar em 360°; nas cenas sem gravidade, o cadarço dos sapatos dos atores tinha um aro por dentro e as gravatas foram costuradas às roupas para não flutuar; oguitarrista Jonnhy Marr, um dos integrantes dos Smiths é o responsável pela guitarra da trilha sonora.

Divirta-se!

Amizade

Para você, que esta cansado de todos aqueles e-mails melosos, com poemas chatos sobre amizade que quase sempre são mentira e nunca realmente chegam perto da realidade..............
Aqui esta um poema sobre amigos que realmente expressam a amizade verdadeira.
AMIGO...
Quando você estiver triste...
Eu vou te ajudar a planejar uma vingança contra o f.d.p.que te deixou assim.
Quando você me olhar com desespero...
Eu vou enfiar o dedo na sua goela e te fazer por pra fora o que estiver te engasgando.
Quando você sorrir...
Eu vou saber que você deu uns pega em alguém ou em alguma coisa.
Quando você estiver confuso....
Eu vou explicar pra você com palavras bem simples, porque eu sei o quanto você é devagar.
Quando você estiver doente...
Fique bem longe de mim até se curar. Eu não quero pegar o que quer que você tenha.
Quando você cair... Eu vou apontar pra você e me mijar de rir.
Você me pergunta, 'Por quê?'
Porque você é meu amigo!!!

domingo, 10 de abril de 2011

Relaxamento

Aquele que nunca viu a tristeza, nunca reconhecerá a alegria.
(Khalil Gibrab)

Afinal,

A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido e não na vitoria propriamente dita.
(Mahatma Ghandi)