sexta-feira, 30 de dezembro de 2022

FELIZ ANO NOVO!!

 

Daqui a pouquinho completaremos mais uma volta em torno do Sol.
Um ano de eleição para presidente da república, numa triste e drestrutiva polarização, que só fez mal ao país. Um ano de fake news, que só serviram para confundir a cabeça de um povo tão carente de estudo.
E dois dias antes do término do ano, parte o gênio e eterno Rei do futebol. O atleta do século, a pessoa que ensinou a todos que humildade e trabalho tem muito valor, o maior embaixador do Brasil em todos os tempos, que chegou a ser a pessoa mais conhecida no mundo inteiro, Pelé, ou Édson Arantes do Nascimento. Édson Pelé, como escreveu no autógrafo que me deu no início da década de 70, em Santos... Disse Carlos Drummond de Andrade: "O difícil, o extraordinário, não é fazer mil gols, como Pelé. É fazer um gol como Pelé."
Como em todos os anos, muitas oportunidades, momentos de alegria, de tristeza, de reflexão, aconteceram em 2022. Então, gratidão por mais um ano vivido!
É tempo de encher o coração com otimismo e seguir em frente. Em 2023, teremos a oportunidade de escrever mais 365 páginas no livro da nossa vida. Então busque novos e melhores enredos, faça as pazes com o passado, receba o presente com alegria e olhe para o futuro com a esperança de que grandes coisas poderão acontecer.
No novo ano, se cometer erros, que sejam erros diferentes.
Adeus ao ano velho, repleto de lembranças e que seja bem-vindo um novo ano cheio de esperanças...

Deixo meus desejos de ótimo Ano Novo, esperando que todos percebam que tem tudo que precisam para um 2023 incrível.
Tenham muito amor para oferecer, ética e honestidade para respeitar, humildade para perceber que todos temos o mesmo valor e que o que nos difere são justamente essas atitudes.

FELIZ 2023!!!!!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2022

FELIZ NATAL!!



Mais um ano, mais um aniversário de Jesus...
E continuamos não podendo dar a Ele como presente, provas de uma convivência equilibrada e respeitosa, humildemente aceitando que ninguém é dono da verdade e que todas as pessoas tem valor.

Se 2021 foi complicado por conta da pandemia, 2022 também foi, mas por conta da polarização das pessoas, numa discussão política sem fim, em que o que menos importou foram as ideias e resultados práticos das escolhas para o nosso país, mas sim, ídolos. E Deus nunca aceitou ídolos. Diz-se há muito tempo: Triste o povo que precisa de ídolos.
Muitas amizades foram desfeitas, por desrespeito pelas opções um do outro. O que temos que fazer como cidadãos é cumprir nossas obrigações, votar com seriedade e respeitar os resultados. Antes de esbravejar contra os eleitos em geral, lembremos que eles estão lá porque foram votados, mesmo que não por nós.
Jesus quer que aceitemos as diferenças e discutamos a chegada a um lugar comum. Ninguém é dono da razão e ninguém está 100% certo, a não ser Ele. Pedro era explosivo, mas o perigo real estava em Judas, que era calmo, sorridente e beijava no rosto. Aliás, meu pai costumava dizer: "Você nunca vai encontrar um golpista, um estelionatário, que não seja muito simpático e agradável"...

Todo ano posto alguma parábola e este ano me deparei com uma crônica que "descobri" na grande rede, escrita por Celso Ferrarezi Jr, que creio nos transmite a mensagem do sentido do Natal e faço minhas as suas palavras, até mesmo por ter vivido algo semelhante, quando perdi minha mãe, em 2012. Segue o texto:

"Quando minha mãe morreu, ela tinha perdido totalmente a razão. Como se diz "no popular", ela enlouqueceu. A primeira grande crise de lucidez que ela teve foi no Natal, mais precisamente, na noite do dia 24. Aquele ano foi atípico. Eu ainda morava em Rondônia e, na Universidade, estávamos cumprindo calendário de greve. Eu aplicaria avaliações até o dia 23 de dezembro. E – é claro – não daria tempo de sair de Rondônia de carro com a família no dia 24 de manhã para estar no dia 24 à noite em Campinas. Além disso, estávamos apertados nas finanças. Eu tinha explicado tudo isso para a família, mas minha mãe não se conformou. Minha irmã me contou que minha mãe se sentou no sofá às 18 horas e ficou olhando fixamente para a porta da sala até uma da manhã, esperando que a porta se abrisse e o filho entrasse por ela com a nora e os netos. Mas, isso não aconteceu. Em janeiro, tive que fazer uma viagem de emergência – agora de avião – para buscar minha mãe. Ela havia piorado, tinha caído e se machucado, e viria a falecer 40 dias depois. O último Natal de minha mãe, mesmo que ela já estivesse doente da razão, não foi esperando um presente caro nem desejando uma ceia farta, foi esperando a porta da sala se abrir para que nós fôssemos o seu presente. Demorei muito para entender isso. Demorei muito para entender que os Reis Magos é que ganharam um presente naquela noite na pobre estrebaria de Belém e não o Menino Jesus. Demorei muito para entender por que Deus mandou que chamassem Seu Filho de Emanuel. "Emanuel" significa "Deus conosco". E eu nunca havia parado para pensar que "Deus conosco" é diferente de "Deus comigo". Jesus é a presença de Deus com pessoas que dão sua presença às outras. O Natal se realiza em um "nós" e não em um "eu".
Natal é presença. Natal é comunhão. Natal é abraço, é calor, é carinho, é gratidão. Natal não é "ouro" nem "incenso" nem "mirra": é Deus conosco.
Quando vejo pessoas correndo de um lado para o outro preocupadas com presentes e com o banquete da ceia, fico preocupado. Será que isso vai substituir a presença, a convivência, o amor? Será que elas estão pensando que têm a obrigação de estar lá com as mãos cheias de presentes e com a mesa farta? Ou que só podem se encontrar se estiverem "de bem"? Se for isso – ó infelicidade! – não há "Deus conosco", não há perdão nem reconciliação nem paz! Natal é "paz na Terra aos homens de boa vontade"! Não importa se há ou se não há presentes, se a ceia é com peru ou com ovo frito, não importa se a roupa é bonita ou se o perfume usado é fino, não importa o que os modernos "reis magos" possam trazer em suas sacolas brilhantes de shopping center: o que importa é estar lá, é abraçar, é sentir o pulsar do coração, é ver a lágrima de felicidade que cai pelo rosto, é sentir o perdão, a reconciliação, a paz, é experimentar o que significa, realmente, "Deus conosco".
Por isso, há alguns anos, quando penso em Natal, não penso mais em árvore, presentes ou comida. Não! Isso não preenche os corações! Não é mal em si, mas não é "Deus conosco". O que desejo – profundamente! – é que as portas das salas de todas as mães se abram, que das mansões aos barracos, as portas se abram, que em cada asilo e em cada hospital, as portas se abram, que em cada casa solitária, a porta se abra, que em cada coração, a porta se abra e que, por todas essas portas, entre Deus conosco. Isso é Natal. Isso é Emanuel."

Registro meus votos de um Feliz Natal a todos e peço que não se esqueçam de orar ao Aniversariante do dia, afinal, é o dia Dele!!
Agradecendo pelas oportunidade de aprendizado e chances de evolução espiritual, sempre com a ajuda de pessoas iluminadas que tenho a benção de fazerem parte da minha vida, rogo que todos tenham como maior presente a companhia das pessoas que amam e, em tempos de "lacração", a humildade como caminho de vida.

FELIZ NATAL!!!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

FELIZ ANO NOVO!!

 

Dicas para um ótimo 2022:

1. Conheça um lugar novo;

2. Cuide mais de você mesmo;

3. Aprenda coisas novas;

4. Crie memórias inesquecíveis com as crianças;

5. Não se cobre tanto;

6. Plante uma árvore;

7. Leia mais;

8. Valorize o que realmente importa;

9. Diga e mostre o que sente;

10. Viva mais momentos em família.

"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim." (James R. Sherman)

Espero que sua resolução de Ano Novo seja igual a minha: SER FELIZ!!


FELIZ ANO NOVO!!

Não Olhe para cima.

Na produção da Netflix, dois astrônomos fazem a descoberta de que um cometa orbitando o sistema solar está vindo em direção à Terra. A dupla então, tentando alertar o mundo, peregrina pela mídia e acaba no escritório da presidente e seu filho e chefe de gabinete. Pelas contas dos astrônomos restam seis meses para o choque, o que demandaria gerenciar as notícias o tempo todo e ganhar a atenção do público, obcecado pelas redes sociais.
O filme é um retrato do quão bizarro o mundo ficou e é fácil imaginar quem ou o quê cada artista representa. Escancara a polarização que tomou conta das redes sociais, o negacionismo, a ganância, a pobre formação intelectual e consequente ausência de senso crítico das pessoas, além do tratamento político dado a todas as questões.
Uma sátira, para mim, nada engraçada e que é um soco no estômago!!

E.T.: a história foi escrita antes da pandemia...

terça-feira, 21 de dezembro de 2021

FELIZ NATAL!!


Em 2021 a pandemia prosseguiu, graças a um mundo insano. Creio que a experiência vivida no ano passado não nos ensinou quase nada. Sinto muita tristeza ao constatar o quanto falta ainda para evoluirmos como seres humanos.
Os limites necessários para ao menos remediar a pandemia, foram desrespeitados por muitos, preocupados com a discussão política, esquecendo da discussão técnica, com rigor científico e sem polarização. Assim como em 2020 o ser humano deixou de lado o senso crítico e o respeito ao outro, indispensáveis para a harmonia do mundo.
A mídia continuou preocupada em nos impor opiniões, em vez de apenas informar, insistindo num ridículo espetáculo de sensacionalismo.
Repetindo o que escrevi ano passado, vírus não tem credo, religião, ou partido político. Mas tem mais facilidade para fazer vítimas, devido a insana polarização. Os riscos da doença dependem tanto de medidas sanitárias, quanto de ignorância, desrespeito e politização da doença...
Continuo amando viajar e em mais um ano isso não foi possível. A bem da verdade fui a São Paulo e a minha amada Santos duas vezes, para ver meu filho e amigos queridos.
Continuo rogando por um 2022 melhor e orando por toda minha família, amigos e colegas.
Neste ano, como mensagem de Natal, reproduzo a parábola Gansos na Neve.
Para os cristãos, o Natal tem um sentido e valor único: recordar o momento no qual Deus, através de seu filho, nos visita como humano. Por amor faz-se homem e compartilha 33 anos conosco. Passagem breve, mas que foi um divisor de águas em nossas vidas. Trouxe-nos uma mensagem de amor, paz, bem e perdão a todos os homens.
Era uma vez, um homem que não acreditava em Deus. Não tinha escrúpulos de dizer o que pensava sobre a religião e as festividades cristãs, como o Natal. Sua mulher, ao contrário, era crente, apesar dos comentários desdenhosos do seu marido.
Nevava na véspera do Natal, a mulher se dispunha a levar seus filhos à Igreja da localidade campesina onde viviam e pediu que seu marido lhes acompanhasse, mas ele negou.
Que besteira! Por que Deus viria para a terra adotando a forma humana? Que ridículo!
As crianças e a esposa foram e ele ficou em casa. Os ventos começaram a soprar com maior intensidade e desencadearam uma tempestade de neve. Observando pela janela, tudo o que ele conseguia ver era uma tempestade ofuscante e decidiu relaxar sentado diante da fogueira. Depois de um tempo, ouviu um baque na janela, logo ouviu um segundo golpe forte e olhou para fora, mas não conseguiu ver mais que uns poucos metros de distância. Quando acalmou a nevasca, aventurou-se a sair para ver o que havia golpeado a janela e encontrou dois gansos mortos e um bando de gansos selvagens em seu portão.
Pelo visto, iam a caminho do sul para passar o inverno e se viram surpreendidos pela tormenta. Perdidos, terminaram naquela granja sem abrigo ou alimento.
Batiam as asas e voavam baixo, em círculos pelo campo, cegos pela nevasca, sem seguir um rumo fixo. O agricultor sentiu pena dos gansos e tentou ajuda-los.
Seria ideal que ficassem no celeiro, pensou. Ali estarão abrigados e salvos da tempestade.
Dirigindo-se ao estábulo, abriu as portas e aguardou com esperança que as aves vissem que estava aberto, mas elas limitaram-se a revoar dando voltas, sem sequer se darem conta do celeiro. Ele tentou chamar a atenção das aves, mas só conseguiu assusta-las e elas se distanciaram mais. Entrou em casa, saindo com um pedaço de pão e foi partindo em pedaços e deixando rastros até o estábulo, mas os gansos não entenderam.
O homem começou a se sentir frustrado, correu atrás deles tocando-os em direção ao celeiro, mas a única coisa que conseguiu foi assusta-los ainda mais. Por muito tempo tentou, mas não conseguiu que entrassem no celeiro, onde estariam abrigados e seguros.
Por que não me seguem? – exclamou – Será que não se dão conta de que este é o único lugar onde poderão sobreviver à nevasca?
Refletindo uns instantes, caiu em si, entendendo que as aves não seguiriam um ser humano e pensou: Se eu for um deles, talvez possa salvá-los.
Entrou no estábulo, pegou um ganso doméstico e o levou nos braços passando entre os selvagens e rapidamente o soltou. O ganso voou entre os demais e foi diretamente para o interior do estábulo. Uma por uma, as outras aves o seguiram até que estavam todas a salvo.
O campesino ficou em silêncio por um momento, enquanto as palavras que havia pronunciado há alguns instantes ressoavam em sua cabeça: “se eu for um deles, então poderia salvá-los!”.
Pensou logo no que tinha dito à sua esposa: “Por que Deus iria querer ser como nós? Que ridículo!” e de repente, tudo começou a fazer sentido. Entendeu que isso foi exatamente o que Deus havia feito. Nós éramos como os gansos e estávamos cegos, perdidos e a ponto de morrer. Deus veio como nós a fim de nos nos indicar o caminho e nos salvar.
Ele então compreendeu o sentido do Natal e por que Jesus veio a terra, dissipando-se anos de incredulidade. De joelhos, fez a sua primeira oração: “Obrigado, Senhor, por vir em forma humana e tirar-me da tormenta”.
Sempre e eternamente grato pelo aprendizado e pela chance de evolução espiritual, cercado por pessoas iluminadas e sempre com a guarda do meu eterno cãopanheiro no céu, agora acompanhado da querida Luna, também uma cãopanheira...
Que você tenha o melhor presente de todos nesse Natal: a companhia das pessoas que você ama.

FELIZ NATAL!!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Feliz Ano Novo!!

O ano que (quase) parou o mundo está terminando e chega a hora do sempre necessário agradecimento, pelas oportunidades e experiências vividas.
E em 2020 foram experiências completamente novas para nós, acostumados a interagir de todas as formas e quase sem limites. Neste ano que termina, vários limites foram necessários para que, muito em breve, os muros de isolamento que tiveram que ser construídos, sejam derrubados com equilíbrio.
Me entristece muito ver o ser humano cada vez mais, preocupado em polarizar sobre temas fundamentais para o bem comum, deixando de lado o senso crítico e o respeito ao outro, indispensáveis para a harmonia do mundo.
Passamos o ano discutindo como agir diante de um problema sério de saúde global, quase o tempo todo sem o necessário rigor científico, deixando de lado fatos e dados, impulsionados por uma mídia preocupada em nos impor opiniões, em vez de apenas informar para que cada um tire suas conclusões e possa trocar ideias de forma equilibrada. Sem falar nas exibições fúnebres de dados sobre a doença e suas vítimas, num ridículo espetáculo "global" de sensacionalismo. Faz tempo que, por um lado, parei de prestar atenção aos números e, por outro, aos questionamentos sobre eles. Vítimas de acidentes de trânsito, de câncer, do coração, ou de Covid-19, tudo deve ser feito para evitar mortes, mas, de forma racional e equilibrada. Afinal, toda vida importa!!
Vírus não tem credo, religião, muito menos partido político. Mas tem mais facilidade para fazer vítimas, devido a nossa insana polarização. Na minha opinião, depende tanto de estar ou não em isolamento, quanto de ignorância e desrespeito, politizando a doença...
Sou paciente de altíssimo risco, mais de 60 anos, ex fumante, cardíaco, doente pulmonar e renal e procuro ser racional, até porque já vi a morte de muito perto. Tenho consciência de que faço parte de uma parcela privilegiada de brasileiros que pode "escolher" como agir em cada momento, mas também tive vários amigos infectados, perdi alguns e meu filho e nora, mesmo em home office, também foram infectados. Minha esposa é da área de saúde e vêm trabalhando ao longo da pandemia, mas com rígidos protocolos de higiene e segurança.

Bem, muitos sabem que amo viajar e este ano, além de não ter sido possível, ainda perdi duas viagens contratadas às vésperas da pandemia. Quer dizer, fui a São Paulo e a minha amada Santos, mês e meio atrás... rs. Fazer o quê? Milhões perderam muito, muito mais...
Agora resta rogar por um novo ano melhor e orar por toda minha família, amigos e colegas.

Este ano, em vez de citar uma parábola, prefiro deixar registradas as palavras do rabino Henry Sobel, como homenagem àqueles que se foram e consolo aos que ficaram, não pela Covid-19, mas por todo e qualquer motivo:
"Imagine que você está a beira-mar e vê um navio partindo. Você fica olhando, enquanto ele vai se afastando, cada vez mais longe, até que finalmente aparece apenas um ponto no horizonte. E você diz: "Pronto, ele se foi."
Foi aonde? Foi a um lugar que a sua visão não alcança, só isso. Ele continua tão grande, tão bonito e tão imponente como era quando estava perto de você. A dimensão diminuída está em você, não nele. E naquele momento em que você está dizendo: "Ele se foi", há outros olhos vendo-o aproximar-se e outras vozes exclamando com alegria: "Ele está chegando".

Sempre grato a Deus pelo aprendizado e chance de evolução espiritual, cercado por pessoas iluminadas e sempre com a guarda do meu eterno cãopanheiro no céu...

Minha dica para 2021:

Faça com o tempo o que ele faz com você: aproveite-se dele! Curta cada dia como se fosse o primeiro, prometa menos e surpreenda mais.
Você tem outra chance para acertar, então não cometa os erros dos anos velhos e...

que a sua  resolução de Ano Novo seja igual a minha: ser feliz!!

FELIZ ANO NOVO!!

domingo, 20 de dezembro de 2020

Feliz Natal!!


Amo as festas natalinas e em casa sempre fazemos questão de decorar tudo, montar a árvore, a iluminação e todos os detalhes dessa data tão linda e representativa.
2020, o ano que (quase) parou o mundo, caminha para o fim e chega a hora de dar parabéns a Quem sempre nos ajuda a enfrentar as doenças e as dores das perdas.
Cada vez que lemos um conto de Natal, um registo imaterial se cria. Uma memória que guardamos com carinho e que passamos a associar aos valores essenciais da vida, como bondade, humildade, solidariedade, esperança, amor, transmitidos por eles.
Este conto, cujo autor desconheço, é a minha contribuição para este Natal:

O PRESENTE DE NATAL

Certa vez, um menino acordou em uma véspera de Natal, muito contente pela data que estava para chegar. Era o dia do aniversário do menino Jesus e lógico, o dia em que o Papai Noel vinha visitá-lo todos os anos.
Esperava ansiosamente o cair da noite, para voltar a dormir e olhar seu pé de meia em frente a porta, já que não havia árvore de Natal. Dormiu muito tarde, para ver se conseguia pegar aquele “velhinho”, mas como o sono era maior do que sua vontade, dormiu profundamente.
Na manhã de Natal, observou que seu pé de meia não estava lá e que não havia presente algum em toda a sua casa. Seu pai, desempregado, com os olhos cheios d’água, observava atentamente seu filho e esperava tomar coragem e falar que o seu sonho não existia. Com muita dor no coração o chama:
– Meu filho, venha cá!
– Papai?
– Pois não filho?”
– O papai Noel se esqueceu de mim ?

O pai abraça seu filho…
– Ele também esqueceu do senhor papai ?
– Não meu filho… o melhor presente que eu poderia ter ganho na vida está em meus braços e fique tranquilo, pois eu sei que o papai Noel não esqueceu de você.
– Mas papai, todas as outras crianças vizinhas estão brincando com seus presentes… acho que ele pulou a nossa casa…
– Pulou não, meu filho…

Os dois foram caminhando sem rumo até chegar num parque e ali passearam, brincaram e se divertiram durante o resto do dia, voltando somente no começo da noite.
Chegando em casa, já muito cansado, o menino foi para o seu quarto, e escreveu um bilhete para o papai Noel:

“Querido Papai Noel,
Quero agradecer o presente que o senhor me deu. Desejo que em todos os meus Natais, o senhor faça com que meu pai esqueça de seus problemas, e que ele possa se distrair comigo, passando uma tarde maravilhosa como a de hoje.
Obrigado pela minha vida, pois descobri que não são os brinquedos que me fazem feliz e sim, o verdadeiro sentimento que está dentro de nós e que o senhor desperta nos Natais.
Obrigado. ”
... e foi dormir…

Entrando no quarto para dar boa-noite ao seu filho, o pai viu o bilhete e a partir desse dia, não deixou que os seus problemas afetassem a felicidade dele e começou a fazer com que todo dia fosse um Natal para ambos.


Deixo registrados meus votos de Feliz Natal e o desejo de que todos possam comemorar junto a quem amam!!  

Peço que à zero hora do dia 25, não deixem de fazer uma oração pelo grande Aniversariante do dia, assim como sempre fazem ao longo do ano, quando pedem pela ajuda Dele...

e que seu "HOHOHO", seja repleto de "HAHAHA".

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

O problema é o coronavírus??

Sou liberal sim e detesto a esquerda. Acho o PT uma organização criminosa, não um partido político e Lula um criminoso da pior espécie. Votei no menos ruim na minha opinião no segundo turno, Bolsonaro. Porém, não compactuo com nada que fuja da racionalidade, seja de que lado ou tendência política for, inclusive vindas dele.

Já faz um tempo que estou engasgado com tanta bobagem circulando nas redes sociais sobre o coronavírus, sobre o SARS-CoV-2 não ser um patógeno, sobre vacinas que irão alterar nosso DNA, sobre uso de máscaras ser prejudicial, sobre teorias da conspiração, dominação chinesa, era de aquário, operação storm, guerra nuclear...

A polarização tem me revoltado mais do que nunca!!

O noticiário televisivo, deixei de assistir há meses e Globo nem pensar, porque presta tamanho desserviço ao povo, que em breve teremos que lutar contra a negatividade incutida por eles na população e que já está cobrando seu preço no equilíbrio emocional de todos.

Na internet, é "gado" de esquerda, "gado" de direita, desconsiderando questões científicas básicas, afirmando e divulgando informações sem comprovação técnica, que podem causar vítimas num país em que grande parte da população sequer tem o ensino básico feito adequadamente. São leigos discutindo cloroquina, ivermectina, vacinas, tratamentos, sem a menor condição técnica para isso e agindo como donos da verdade, disseminando coisas que podem causar a morte de seres humanos.

Uma coisa é emitir opinião, outra completamente diferente é tentar convencer de que suas afirmações e convicções estão certas.

Você é leigo!! Tenha humildade para assumir isto!!

Desde o início da pandemia eu sempre disse que só usaria medicamentos e faria tratamentos que meus médicos indicassem, porque não sou dono da verdade, muito menos médico.

Cada um decide como agir e que assuma os riscos e a reação de terceiros. Como sou do chamado grupo de alto risco, fiquei sem ir às ruas durante quase 6 meses e agora saio, quando preciso, usando procedimentos padrão recomendados por médicos, não por políticos. Sem viés ideológico ou teorias da conspiração. Minha saúde é mais importante do que Dória ou Bolsonaro e a disputa política em meio a uma pandemia é para mim absurda!!

Triste ver no dia a dia, até mesmo pessoas com melhor formação educacional, agindo assim...

segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Feliz Ano Novo!!

Mais um ano termina e sempre tenho que agradecer as oportunidades e experiências vividas,  com a saúde não tendo dado nenhum susto e próximo a minha família e amigos.
Renovo a certeza de que sou abençoado e posso desfrutar de ótima qualidade de vida.
Amo viajar mas, preocupado por ter que pagar o déficit no plano de previdência privada, deixado pela gestão petista,  dei uma desacelerada... rs
Mesmo assim, em 2019 foram ao todo 5 viagens, sendo uma, maravilhosa, ao exterior e as demais pelo nosso lindo Brasil, fazendo uso novamente, de carro, avião e navio.
Então, resta rogar por um 2020 tão bom ou melhor, estendendo minhas orações a toda família, amigos e colegas.
Claro que não poderia faltar uma parábola, tentando mostrar a todos que nossa felicidade depende somente de nós mesmos.
E.T.: a foto, de autoria de Susan Hortas, é da queima de fogos da minha amada Santos, que neste réveillon deverá ser, novamente, a segunda maior do país!!

A Lição do Fósforo e da Vela

Certo dia, o fósforo disse para a vela:
– Hoje te acenderei!
– Ah não – disse a vela. Você não percebe que se me acender, meus dias estarão contados? Não faça uma maldade dessa…
– Então você quer permanecer toda a sua vida assim?  Dura, fria e sem nunca ter brilhado? –  perguntou o fósforo.
– Mas ter que me queimar? Isso dói demais e consome todas as minhas forças – murmurou a vela.
Então respondeu o fósforo:
– Tem toda razão! Mas essa é a nossa missão. Tu e eu fomos feitos para ser luz. O que eu, apenas como fósforo, posso fazer, é muito pouco. Minha chama é pequena e curta. Mas, se passo a minha chama para ti, cumprirei com o sentido de minha vida. Eu fui feito justamente para isso: para começar o fogo. Já você é a vela. Tua missão é brilhar. Toda tua dor e energia se transformará em luz e calor por um bom tempo.
Ouvindo isso, a vela olhou para o fósforo, que já estava no final da sua chama, e disse:
– Por favor, acende-me.
E assim produziu uma linda chama.
Um grande passo para a felicidade é quando descobrimos qual é a nossa missão ou chamado nessa terra. Saber quem você é e qual a sua missão constitui ingrediente necessário para uma vida feliz e abençoada.
Nem sempre conseguimos cumprir esse chamado e, assim como a vela, às vezes é necessário passar por experiências ruins, experimentar a dor e o sofrimento para que o melhor que temos seja oferecido e que possamos ser luz.
Bem, mar calmo não faz bons navegadores. Os melhores são forjados em águas agitadas.
Então, se tiver que passar pela experiência da vela, lembre-se que espalhar o Amor é o combustível que nos mantém acesos. Quanto mais você se alimentar dele, mais crescerá.
(Autor desconhecido)

Sempre grato a Deus pelo aprendizado e constante evolução espiritual, cercado por muita gente iluminada e claro, com a guarda do meu eterno cãopanheiro no céu...

Minha dica para 2020 é a que você nunca esqueça de que o Dick Vigarista (Corrida Maluca, lembra?), nunca ganhou uma corrida porque em vez de tentar vencer, ele perde tempo tentando atrasar os outros e assim é a vida: se você ficar perdendo tempo "secando" a vitória dos outros e torcendo contra, nunca terá a chance de chegar ao sucesso.
Nunca se esqueça que viver é aceitar cada minuto como um milagre que não poderá ser repetido e perceba que até um relógio parado, marca a hora certa duas vezes ao dia. Viver é trabalhar mais como funileiro do que como arquiteto ou inventor...
Que a sua  resolução de Ano Novo seja igual a minha: ser feliz!!

Feliz 2020!!

sábado, 21 de dezembro de 2019

Feliz Natal!!

O final de 2019 se aproxima, mas antes temos a data mais linda do calendário: o Natal!!
Então, segue minha mensagem natalina, que juntamente com a de final de ano, é uma tradição de mais de uma dúzia de anos.
Para representar a importância da data, um conto, cuja autoria desconheço.

A CRISE DE NATAL

Era a semana antes do Natal. O primeiro a perceber foi um dos duendes do setor de pesquisa. Ele saiu da sala carregando um notebook, um monte de papel impresso e gritando:
– Reunião!!! Todo mundo para a sala de reuniões!!
Aí, entraram pela porta da sala de reuniões os duendes da contabilidade, do marketing, do RH, do financeiro, do comercial, do atendimento, da produção e foram se colocando ao longo da mesa. Claro que a ausência do Papai Noel, o presidente, foi sentida. Mas o pesquisador já tratou de dizer:
– Eu avisei o Papai Noel, mandei e-mail, mas ele falou que não era para se preocupar. Como?!?!? É terrível! É calamitoso! É desastroso! É catastrófico!
– Chega, controle-se, disse o duende do marketing, com um olhar severo para o desesperado empregado. O que pode ser tão ruim?
– O ICPN caiu para menos de 50%!!
Nem bem o duende terminou a frase, os demais entraram em polvorosa. Veja bem, o ICPN é o Índice de Crença no Papai Noel, o indicador que determina quantas pessoas no mundo ainda acreditam no bom velhinho e que faz a fábrica de brinquedos continuar em funcionamento. Claro, já houve períodos de baixa, mas nunca para menos da metade das pessoas do mundo. Isso sim era preocupante.
Não era fora do comum aquela confusão na fábrica do Papai Noel, ainda mais na reta final. Por onde se olhasse, duendes carregavam materiais, brinquedos que não passavam no teste de qualidade, cartas que chegaram atrasadas, ração extra para as renas e outras urgências para o grande dia.
Mas essa correria era diferente. O duende da pesquisa sentou na sala, ligou o notebook no projetor e já estava deitando números antes mesmo dos duendes responsáveis por outras áreas chegarem. O duende do setor administrativo acalmou o pesquisador:
– Calma, deixa todo mundo chegar?
O duende do administrativo tentou colocar a reunião no rumo e começou a estabelecer uma pauta:
– Mas como isso aconteceu? Como pudermos deixar isso passar?
– As crianças estão crescendo muito rápido... é a internet? Interferiu o duende do atendimento. Vocês sabiam que existem 20 comunidades eu odeio o Papai Noel, nas redes sociais? Antigamente até podia ter uma criança ou outra que não  acreditasse, mas era mais difícil espalhar para as outras. Hoje elas entram no MSN, Whats App e ficam se falando direto.
– Mas e esses pais que trabalham fora de casa quase o dia inteiro? Interveio o responsável pelo RH. Eles trabalham, ficam loucos para ter sucesso nos escritórios e esquecem do Natal. Pior, fazem os filhos esquecerem também!!
– Eu falei para vocês ano passado: a gente tinha que investir na imagem do Papai Noel, fazer a cara dele aparecer na mídia não só no Natal, colocou o gerente de marketing.
– Como se pudéssemos investir muito em promoção, disse o duende do financeiro. A criançada hoje em dia só quer eletrônicos. Playstation, computador... Vocês sabem quantos pedidos de celulares recebemos este ano? Isso tudo é caro para produzir e não sobra verba?
– Interrompeu de novo o administrativo: o que podemos fazer para reverter isso nessa semana ainda? Quero respostas hoje depois do almoço.
Os duendes passaram o resto da manhã rabiscando alternativas. A queda do ICPN foi o assunto no refeitório durante o almoço. Todos estavam muito receosos, pois as perspectivas de emprego no Pólo Norte não eram boas se não trabalhassem lá. Mas o Papai Noel não demitiria ninguém, demitiria? Mas então, por que ele não apareceu para dar satisfações para esclarecer tudo?
Os diretores até se perguntavam isso, mas não tinham muito tempo para tanto, estavam preocupados com os planos. Após o almoço, o diretor administrativo tomou a frente da reunião de vez (até sentou na cadeira do chefe) e pediu para que os departamentos apresentassem os projetos. O marketing começou:
– Como todos sabem, uma empresa prospera com a busca e conquista de novos mercados. Estamos em um mercado consolidado, o atendemos com excelência, e devemos expandir. Acho que está na hora de partirmos para os maus meninos.
– O quê?!?!?! Você está louco?? Pode parar!! Aas reações variavam, mas eram todas negativas.
– Senhores, os meninos maus são um grande mercado. Já se foi a época em que ser bonzinho era o objetivo dessa criançada. Eles competem desde cedo, para virarem adultos competitivos. Não podemos fingir que não vemos.
Os duendes recusaram a proposta do marketing. Mais algumas idéias foram recusadas, por serem igualmente absurdas ou impossíveis. O marketing, não querendo desistir da glória de resolver o problema, chamou a agência de publicidade.
O executivo da agência começou:
– Vocês têm um problema de imagem. O trenó, renas, roupa vermelha larga, barba branca que nem algodão... tudo muito legal, serviu bem, mas isso ficou lá atrás, é coisa do passado. Precisamos de um novo conceito em Papai Noel. Um Papai Noel extremo!!
– Extremo?! os duendes se entreolharam.
– Sim. Esse novo Papai Noel vai ter atitude. O trenó dele vai ser substituído por um carro envenenado, de preferência um carro que vire um robô gigante, sabe? Isso seria ótimo. A roupa precisa mudar também, talvez umas botas de salto, calças pretas de couro e jaqueta motociclista, com um Ray-Ban bem transado.
Os duendes estavam meio na dúvida, mas a exposição da agência era muito boa. O executivo não deu trégua:
– E ele tem que emagrecer. Essa imagem de gordinho não funciona mais, ele passa a impressão de ocioso, preguiçoso. Como as crianças vão acreditar que alguém tão grande viaja o mundo inteiro à meia-noite? O nome vai mudar também. Chega de Papai Noel. Ele vai ser chamado só de Noel. Um nome só é moderno,  tipo Ronaldinho, Giselle, Britney... Isso sim é extremo, atual, campeão de vendas.
Os duendes pareceram gostar da ideia, talvez pelo desespero de encontrar uma solução. O duende do marketing soltou aquele sorrisinho de vitória que fazia os outros pegarem bronca dele (e ele já até imaginava campanhas para meninos maus no ano seguinte... rs). Porém, a secretária do Papai Noel entrou na sala assim que eles estavam prontos para aprovar a campanha:
– O Papai Noel mandou todo mundo voltar ao trabalho e não mexer em nada na programação.
A indignação tomou a sala. Como pode o Papai Noel ficar quieto? 50% de queda no ICPN!! Estaria ele ficando senil? Será que alguma empresa multinacional estava comprando a fábrica do Papai Noel e levando para o México? Será que Papai Noel estava falindo?
A semana foi passando e os duendes mais nervosos ficavam. Papai Noel evitava o assunto, não respondia e-mails que falassem da situação e o Natal já estava próximo. Os duendes chegaram a fazer reuniões secretas para tentar resolver algo, mas não achavam justo fazer as coisas pelas costas do chefe.
Enfim, chegou o dia D: véspera de Natal. O duende da pesquisa saiu mais uma vez correndo da sala, com todo aquele material de novo. Os duendes esperavam o pior, já imaginavam que o Papai Noel nem precisaria sair com o trenó, já que à essa altura não sobraria ninguém que acreditasse. A sala de reunião dessa vez ficou cheia e vários duendes ficaram do lado de fora, ouvindo e repassando o que seria discutido:
– O ICPN!!!!
– O que aconteceu, o que o setor de pesquisa levantou? Perguntava o administrativo.
– Subiu!!! Está em 100%!!!!
Os duendes ficaram doidos. Pulavam de alegria pelos corredores, comemoravam, estouravam champanhe, enchiam a cara de doce. O porquê e como não importavam, tinham que deixar tudo pronto para a grande noite.
Mas nem o duende da pesquisa saberia dizer como o índice voltou para 100%. Ele saiu do trabalho no dia 23 com o índice ainda baixo e voltou no dia 24 com ele no máximo. Como é da característica de qualquer profissional de pesquisa (e esse duende era bem metódico), ele não queria ficar sem uma resposta.
Às 23:30, quando o Papai Noel se preparava para a grande viagem, os duendes se reuniram em torno dele e o pesquisador tomou a palavra:
– Papai Noel, como o senhor sabia que o índice voltaria para os 100% na última hora? O senhor não deixou a gente fazer nada para mudar a situação. Como o senhor podia ter tanta certeza?
– Meus amigos, disse Noel enquanto abotoava o paletó. Deixe-me contar uma coisa. Por mais difícil que seja o ano, por mais confuso que esteja o mundo, por mais que as pessoas pareçam se odiar na rua, por mais que os pais gastem mais tempo em carreiras do que em famílias, durante pelo menos um dia do ano eles se permitem acreditar no Natal, acreditar em algo melhor, acreditar que tudo vai ser resolvido no ano seguinte. Um dia é pouco? Pode até ser, mas enquanto pudermos manter as pessoas acreditando no Natal e no Papai Noel, vamos trabalhando para que um dia esse sentimento bom, essa alegria de estar com as pessoas que gosta, esse respeito pelo próximo dure o ano todo.
Depois desse dia, os duendes nunca mais fizeram reuniões de emergência, nunca mais andaram nervosos pelos corredores, nunca mais se importaram com o ICPN. Só se preocuparam em fazer as pessoas felizes no dia de Natal. E isso era mais que o bastante.

De coração, registro meus votos de um Feliz Natal, comemorado junto a todos os que você ama!!  

E não deixe de fazer uma oração pelo principal Aniversariante do dia 25, assim como você sempre faz pedindo por Sua ajuda...