E, dia 3 de novembro, 7 horas da manhã, navio aportou em Lisboa. Tomamos nosso café da manhã e no horário marcado, 10:30 horas, desembarcamos, pela opção de levarmos nossa bagagem e solicitei um UBER, que, após demora e muita confusão quanto ao local de embarque, chegou e o motorista, um imigrante, mal humorado e grosso simplesmente cancelou a corrida e foi embora. Na segunda tentativa deu certo e fomos para o apartamento próximo a Praça Marquês do Pombal.
Bem, o voo saiu no horário e pousamos no Galeão pouco antes das 06:30 horas, o horário previsto. Meu desembarque até o controle de passaporte foi sofrido, porque eu mal conseguia caminhar de tanta falta de ar. Passada rápida pela Free Shop e fomos ao encontro do motorista previamente contratado para nos levar pra casa.Após diversos problemas a bordo, principalmente por conta, principalmente, de um absurdo nível de refrigeração ambiente, que fez com que muitos ficassem gripados e até dois passageiros com pnemumonia e que tiveram que ser atendidos a bordo, eu que também não me sentia bem, mal conseguia levar minha mala. Por isso, praticamente não tiramos fotos no dia.
No apartamento, almoçamos e passamos o dia relaxando, até a hora de ir para o aeroporto, quando pedi novo UBER, por volta das 15 horas. Nosso voo era às 23:25 horas e queríamos evitar atropelos desnecessários.
No apartamento, almoçamos e passamos o dia relaxando, até a hora de ir para o aeroporto, quando pedi novo UBER, por volta das 15 horas. Nosso voo era às 23:25 horas e queríamos evitar atropelos desnecessários.
A propósito, UBER foi a melhor maneira que encontramos para nos deslocar por Lisboa e ao todo o utilizamos 15 vezes, sendo que o preço médio das corridas foi de 10,48 Euros.
Chegando ao aeroporto, descobrimos que, infelizmente a sala vip fica antes do controle de bagagem e passaportes, o que achamos o fim da picada e, por segurança, seguimos direto para o portão de embarque. Indo para o embarque, eu mal conseguia andar e no portão os funcionários da TAP disseram que como não há prioridade em Portugal, sequer me permitiram sentar ao lado do balcão na entrada do finger, tendo sido bastante grosseiros quando solicitei.
Finda a viagem, apenas no dia seguinte, 5 de novembro, me dirigi ao hospital e o diagnóstico foi pneumonia grave, com o coração afetado. Resultado: uma semana internado.
A viagem gerou 2.064 fotos e vídeos, mas deixou uma amarga sensação em relação a Norwegian Cruise Lines, através da qual já fizemos 5 cruzeiros e me tornei hóspede Platinum.
A estada em Lisboa foi gostosa, mas o cruzeiro deixou muito a desejar, com muito tempo perdido na fila das reclamações dos atendentes a bordo, sendo que a comunicação foi prejudicada para muitos passageiros, principalmente idosos portugueses, porque, apesar do navio sair e voltar a Lisboa, a maior parte das pessoas a bordo era composta por norte-americanos, canadenses, franceses e alguns alemães e no atendimento apenas 2 pessoas do staff da NCL falavam portugês. Presenciei os mais diversos tipos de reclamação, sendo que nenhuma foi atendida a contento. Além do fato de que uma greve portuária nos obrigou a passar dois dias a bordo, aportados em Lisboa e as atrações a bordo terem, sido todas voltadas aos passageiros de língua inglesa, mesmo o navio partindo de Portugal. Além disso, o navio é antigo, pequeno e, segundo fui informado, será descomissionado em 2026. A cabine foi a menor onde já ficamos e as opções de alimentação foram sofríveis. Os passageiros portugueses desembarcaram revoltados, dizendo que iriam entra com ações contra a empresa.
Também as excursões adquiridas foram ruins, extremamente voltados para o consumismo banal e a parada em Agadir foi horrível. A bordo, inclusive, circulou o comentário de que se você não gosta de alguém, mande-o ir a Agadir... rs
Após a viagem, fiz uma reclamação formal à NCL e apenas recebi uma resposta formal e evasiva. Decepção total define.
Mas enfim, a vida é uma viagem e toda viagem vale, porque, como já ouvi por aí, quem não viaja nunca chega ao fim do livro, porque não vai além da capa.



