quinta-feira, 16 de abril de 2026

Portugal e Cruzeiro-XIV

 E, dia 3 de novembro, 7 horas da manhã,  navio aportou em Lisboa. Tomamos nosso café da manhã e no horário marcado, 10:30 horas, desembarcamos, pela opção de levarmos nossa bagagem e solicitei um UBER, que, após demora e muita confusão quanto ao local de embarque, chegou e o motorista, um imigrante, mal humorado e grosso simplesmente cancelou a corrida e foi embora. Na segunda tentativa deu certo e fomos para o apartamento próximo a Praça Marquês do Pombal.
Após diversos problemas a bordo, principalmente por conta, principalmente, de um absurdo nível de refrigeração ambiente, que fez com que muitos ficassem gripados e até dois passageiros com pnemumonia e que tiveram que ser atendidos a bordo, eu que também não me sentia bem, mal conseguia levar minha mala. Por isso, praticamente não tiramos fotos no dia.
No apartamento, almoçamos e passamos o dia relaxando, até a hora de ir para o aeroporto, quando pedi novo UBER, por volta das 15 horas. Nosso voo era às 23:25 horas e queríamos evitar atropelos desnecessários.
A propósito, UBER foi a melhor maneira que encontramos para nos deslocar por Lisboa e ao todo o utilizamos 15 vezes, sendo que o preço médio das corridas foi de 10,48 Euros.
Chegando ao aeroporto, descobrimos que, infelizmente a sala vip fica antes do controle de bagagem e passaportes, o que achamos o fim da picada e, por segurança, seguimos direto para o portão de embarque. Indo para o embarque, eu mal conseguia andar e no portão os funcionários da TAP disseram que como não há prioridade em Portugal, sequer me permitiram sentar ao lado do balcão na entrada do finger, tendo sido bastante grosseiros quando solicitei.

 

Bem, o voo saiu no horário e pousamos no Galeão pouco antes das 06:30 horas, o horário previsto. Meu desembarque até o controle de passaporte foi sofrido, porque eu mal conseguia caminhar de tanta falta de ar. Passada rápida pela Free Shop e fomos ao encontro do motorista previamente contratado para nos levar pra casa.
Finda a viagem, apenas no dia seguinte, 5 de novembro, me dirigi ao hospital e o diagnóstico foi pneumonia grave, com o coração afetado. Resultado: uma semana internado.

A  viagem gerou 2.064 fotos e vídeos, mas deixou uma amarga sensação em relação a Norwegian Cruise Lines, através da qual já fizemos 5 cruzeiros e me tornei hóspede Platinum.
A estada em Lisboa foi gostosa, mas o cruzeiro deixou muito a desejar, com muito tempo perdido na fila das reclamações dos atendentes a bordo, sendo que a comunicação foi prejudicada para muitos passageiros, principalmente idosos portugueses, porque, apesar do navio sair e voltar a Lisboa, a maior parte das pessoas a bordo era composta por norte-americanos, canadenses, franceses e alguns alemães e no atendimento apenas 2 pessoas do staff da NCL falavam portugês. Presenciei os mais diversos tipos de reclamação, sendo que nenhuma foi atendida a contento. Além do fato de que uma greve portuária nos obrigou a passar dois dias a bordo, aportados em Lisboa e as atrações a bordo terem, sido todas voltadas aos passageiros de língua inglesa, mesmo o navio partindo de Portugal. Além disso, o navio é antigo, pequeno e, segundo fui informado, será descomissionado em 2026. A cabine foi a menor onde já ficamos e as opções de alimentação foram sofríveis. Os passageiros portugueses desembarcaram revoltados, dizendo que iriam entra com ações contra a empresa.
Também as excursões adquiridas foram ruins, extremamente voltados para o consumismo banal e a parada em Agadir foi horrível. A bordo, inclusive, circulou o comentário de que se você não gosta de alguém, mande-o ir a Agadir... rs
Após a viagem, fiz uma reclamação formal à NCL e apenas recebi uma resposta formal e evasiva. Decepção total define.

Mas enfim, a vida é uma viagem e toda viagem vale, porque, como já ouvi por aí, quem não viaja nunca chega ao fim do livro, porque não vai além da capa.

Portugal e Cruzeiro-XIII

 Desembarcamos em Cádis, Espanha, cidade agradável para se caminhar,




vimos a escultura em formas geométricas, La Bañista


chegamos a Plaza San Juan de Dios, onde encontra-se a estátua em bronze dedicada a Segismundo Moret, um político liberal espanhol do início do século XX.

Ainda na Plaza San Juan de Dios, a Câmara Municpal de Cádis. 


Na parede do Arco del Pópulo, no bairro do mesmo nome, uma placa homenageando Jorge Juan y Antonio de Ulloa, nascidos em Novelda e Sevilha e falecidos na Ilha de León, em 1795, Jorge Juan serviu como vice-rei do Peru.

E seguimos caminhando pelas ruas e vielas.




Aqui, a Plaza de Fray Félix, com a Igreja de Santa Cruz ao fundo.



Agora, a parte de trás da Catedral de Cádis,


ao lado da Igreja de Santa Cruz, a Torre del Sagrario
e depois a torre de comunicações de Cádis, conhecida como Pirulí.

Depois, a Igreja de Santiago Apóstolo, de 1635
e agora a fachada da Catedral de Cádis.


a Plaza de Las Flores, com o prédio dos Correios ao fundo



e chegamos a taverna flamenca La Cava,

onde assistiremos a um show de dança flamenca,
degustando sangrias e tapas.



A música e a dança são eletrizantes!



e o show continua...





Cortei sem querer a parte superior do monumento, mas é o Monumento à Constituição de 1812, na Plaza de España.

Retornamos ao navio e aqui uma imagem da região portuária.
Fim do dia com mais drinks, né. Fazer o quê... rs

Banho, jantar, preparar as malas para o desembarque e dormir, navegando de retorno a Lisboa.

Portugal e Cruzeiro-XII

Novembro inicia e chega a hora de matar a saudade de Casablanca, onde estivemos em 2018. Começando pele Rick´s Cafe, que como se sabe, nada tem a ver com o do filme, que na verdade foi todo deito em cenários.



Em seguida rumamos para a belísima Mesquita Hassan II.





O interior da mesquita é incrível, mas como a conhecemos em 2018, desta vez não entramos.




Ao longe, a Catedral de Casablanca, também conhecida como Catedral do Sagrado Coração.

Chegamos ao Parque da Liga Árabe,

cheio de palmeiras,


fontes
e áreas para caminhada e atividades ao ar livre.

São 30 hectares de área verde, funcionando como pilmãr verde da cidade.

Olha o VLT de Casablanca aí, gente... rs
Depois, seguimos até o Palácio da Justiça,
na Praça Mohammed V,

É um lugar muito agradável, com uma bonita fonte
e muitos, muitos pombos.







Na praça está também, o letreiro de Casablanca.

Aqui, o prédio do Correio Central,

a sede do Bank-Al Maghrib, o banco central do reino de Marrocos,
o histórico Hotel Excelsior

e a Prefeitura de Casablanca.





Seguindo em direção ao mar, o Farol El Hank
e costeando a prais de Ain Diab.





E chegamos ao complexo de Anfaplace, no Boulevard de Corniche, o calçadão da praia,
com diversos hotéis e resorts.







Vejam, um Mc Donald´s marroquino
e com combo promocional... rs

O histórico clube de golfe Royal Golf Anfa Mohammedia
e uma gigantesca concessionária Mercedes Benz.


e partimos em direção ao terminal de cruzeiros,
para meu deleite, aficcionado pelo filme Casablanca que sou, mais uma passada pelo Rick´s Café.

Após uma placa de Pare, em árabe,
chegamos ao terminal de cruzeiros.


e uns drinks para relaxar, antes do banho,
 para depois jantarmos e repousar.
Tchau Casablanca!!