sexta-feira, 10 de abril de 2026

Portugal e Cruzeiro-VIII

O dia 27 foi de navegação, de Gibraltar até Funchal, na Ilha da Madeira, ou seja, o navio irá fazer um zigue-zague, para cumprir o prazo do cruzeiro, após ter deixado de aportar em Ponta Delgada e Horta, nos Açores.

O jeito foi olhar o oceano, comer e beber, até porque, como já postado, o navio é muito ruim em termos de diversão e atrações noturnas no teatro.
Também a comida foi a pior entre todos os cruzeiros que fizemos, deixando muito a desejar tanto em opções quanto em sabor.

No dia 28, amanhecemos aportanto em Funchal, na Iha da Madeira, para começar a seguir o itinerário previsto.
Desembarcamos após o café da manhã e saímos do porto para embarcar num ônibus que fará um tour panorâmico pela cidade.


Passamos pelo monumento a autonomia da ilha, inaugurado em 1987 e que virou ponto de referência em Funchal.

Aqui, a praia de seixos do Almirante Reis, com quebra-mar e um farol.


Próximo encontra-se o Mercado dos Lavradores,
com este azulejo na entrada, representando as lavradoras.

Seguimos caminhando pelo centro histórico,
vimos o Palácio da Justiça do Funchal,



a Rotunda do Infante, homenagem ao infante Dom Henrique, figura central na história da exploração marítima de Portugal
e seguimos caminhando.



Lá embaixo, nosso navio,
ao longe a Igreja de São Martinho


e seguimos então de ônibus.
Olha a Igreja de São Martinho um pouco mais de perto.

Seguem algumas vistas panorâmicas da ilha





A Igreja de Santo Antônio



e os parreirais nas imediações de Funchal,
Seguindo em frente chegamos ao Cabo Girão, uma das falésias mais altas da Europa, com cerca de 580 metros de altura

e chegamos a pitoresca vila piscatória de Câmara de Lobos.















Novamente, a visão da falésia de Cabo Girão


e seguimos rodando pela região.






Seguimos em frente e paramos no belo Jardim Municipal de Funchal.



E nesse belo lugar, um poema de Maria Aurora Augusta Figueiredo de Carvalho Homem, falecida em 2010 e que foi jornalista, poetisa e escritora, que atuou como assessora cultural na Câmara do Funchal e que recebeu a medalha da cidade do Funchal.


Um monumento a Simón Bolivar,

a Praça do Município,
um Baobá, árvore nativa da África

e hora de retornar ao porto.



Próximo a área portuária, a estátua do jogador de futebol Cristiano Ronaldo, que nasceu na Ilha da Madeira. Em frente a estátua há um museu dedicado a ele.

Na Praça do Mar, a escultura Plastic Mero, criada pelo artista portugês Bordalo II. Retrata um peixe ameaçado de extinção, o Mero e é totalmente feita de lixo plástico coletado nas águas da ilha.
No molhe da cidade, um espaço cultural e restaurante, situado na Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição.





Também na região portuária, o monumento que celebra os 600 anos da descoberta dos Arquipélagos da Madeira e de Porto Santo.


Após subirmos a bordo, mas fotos da ilha


e uma cerveja para refrescar.

E fomos brindados com esse lindo arco-íris sobre Funchal.
Apareceu até um windsurfista próximo ao navio.

Seguindo com os "trabalhos",
relaxando e apreciando.

Após o navio zarpar, um banho na cabine, jantar e mais drinks, agora proseando com simpáticos casais de portugueses, com os quais fizemos amizade a bordo.

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