O dia 27 foi de navegação, de Gibraltar até Funchal, na Ilha da Madeira, ou seja, o navio irá fazer um zigue-zague, para cumprir o prazo do cruzeiro, após ter deixado de aportar em Ponta Delgada e Horta, nos Açores.
O jeito foi olhar o oceano, comer e beber, até porque, como já postado, o navio é muito ruim em termos de diversão e atrações noturnas no teatro.Também a comida foi a pior entre todos os cruzeiros que fizemos, deixando muito a desejar tanto em opções quanto em sabor.
No dia 28, amanhecemos aportanto em Funchal, na Iha da Madeira, para começar a seguir o itinerário previsto.
Desembarcamos após o café da manhã e saímos do porto para embarcar num ônibus que fará um tour panorâmico pela cidade.
Passamos pelo monumento a autonomia da ilha, inaugurado em 1987 e que virou ponto de referência em Funchal.
Aqui, a praia de seixos do Almirante Reis, com quebra-mar e um farol.
Próximo encontra-se o Mercado dos Lavradores,
com este azulejo na entrada, representando as lavradoras.Seguimos caminhando pelo centro histórico,
vimos o Palácio da Justiça do Funchal,a Rotunda do Infante, homenagem ao infante Dom Henrique, figura central na história da exploração marítima de Portugal
e seguimos caminhando.Lá embaixo, nosso navio,
ao longe a Igreja de São Martinhoe seguimos então de ônibus.
Olha a Igreja de São Martinho um pouco mais de perto.Seguem algumas vistas panorâmicas da ilha
A Igreja de Santo Antônio
e os parreirais nas imediações de Funchal,
Seguindo em frente chegamos ao Cabo Girão, uma das falésias mais altas da Europa, com cerca de 580 metros de alturae chegamos a pitoresca vila piscatória de Câmara de Lobos.
Novamente, a visão da falésia de Cabo Girão
e seguimos rodando pela região.
Seguimos em frente e paramos no belo Jardim Municipal de Funchal.
E nesse belo lugar, um poema de Maria Aurora Augusta Figueiredo de Carvalho Homem, falecida em 2010 e que foi jornalista, poetisa e escritora, que atuou como assessora cultural na Câmara do Funchal e que recebeu a medalha da cidade do Funchal.
Um monumento a Simón Bolivar,
a Praça do Município,
um Baobá, árvore nativa da Áfricae hora de retornar ao porto.
Próximo a área portuária, a estátua do jogador de futebol Cristiano Ronaldo, que nasceu na Ilha da Madeira. Em frente a estátua há um museu dedicado a ele.
Na Praça do Mar, a escultura Plastic Mero, criada pelo artista portugês Bordalo II. Retrata um peixe ameaçado de extinção, o Mero e é totalmente feita de lixo plástico coletado nas águas da ilha.
No molhe da cidade, um espaço cultural e restaurante, situado na Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição.Também na região portuária, o monumento que celebra os 600 anos da descoberta dos Arquipélagos da Madeira e de Porto Santo.
Após subirmos a bordo, mas fotos da ilha
e uma cerveja para refrescar.
E fomos brindados com esse lindo arco-íris sobre Funchal.
Apareceu até um windsurfista próximo ao navio.Seguindo com os "trabalhos",
relaxando e apreciando.Após o navio zarpar, um banho na cabine, jantar e mais drinks, agora proseando com simpáticos casais de portugueses, com os quais fizemos amizade a bordo.
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