terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Miami e Caribe Oeste IV

Domingo, dia 25 de novembro, dia de embarcar.
De pé as 8 horas, para o café da manhã, check out e chamar um UBER, que por aqui também funciona bem, rumo ao porto e ao terminal de cruzeiros de Miami.

Mais um ensolarado dia, com temperatura na casa dos 28 graus
e um belo visual pelo caminho.



Lá está o gigante. Norwegian Getaway, que pode levar quase 4 mil passageiros, além de mais de 1.600 tripulantes. São mais de 30 restaurantes, cafeterias, gelaterias, cocktails bar, além de teatros, parque aquático, piano´s bar, danceteria, esportes ao ar livre, boliche, etc, etc, etc...
Até o terminal, o UBER, dirigido por um engenheiro mecânico cubano, custou cerca de US$ 12.
Iniciamos o confuso e mal preparado procedimento de embarque as 9:30 horas e ao apresentar os passaportes no check in, descobrimos que o tal oficial da imigração, grosseiro e arrogante, já citado por mim anteriormente, não havia carimbado os mesmos. Fomos autorizados a embarcar pela supervisão, após alguns minutos de análise da situação por parte da Norwegian.
Fica o alerta a todos para que sempre chequem os carimbos de admissão em outros países. Sei que poderíamos ter tido sérios problemas, se nos fossem pedidos os passaportes durante nossa estada.
Check in realizado, alguma espera para embarque e
subimos a bordo.
Enquanto aguardávamos as malas serem deixadas na cabine, o que demoraria algum tempo, aproveitamos para desbravar a nave e observar o visual a partir do último convés, do porto e da cidade ao redor.

Haviam mais 3 enormes navios atracados,
 e inúmeros e belos iates ao redor.



Hora de checar o menu para os primeiros drinques...
Nada como uma Perfect Margarita e um Negrone para o primeiro brinde.


Um almoço leve no bufê
e explorar um pouco do navio.
Belo visual do cair da tarde do lado de fora e
lindas instalações do lado de dentro do navio.

 Após receber as malas na cabine, banho e pronto para o jantar.

Hoje jantaremos no Cagney´s, reservado anteriormente por mim. Trata-se de um dos restaurantes de especialidades e é voltado para steaks.

Belas entradas, pratos e sobremesas, além de umas boas taças de vinho.



Após a farta refeição, passeamos por outras áreas do navio, observando o cuidado e a arrumação de todos os locais.

Mais alguns drinks e retorno à cabine, onde um espumante, cortesia aos membros do programa Latitudes da Norwegian, nos aguardava.
A cama arrumadinha e o informe para o dia seguinte, que será todo ele navegando.

Antes de dormir, mudança de fuso horário, atrasando os relógios em uma hora e agora são então, meia noite e meia...

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Miami e Caribe Oeste III

Sábado, 24 de novembro e hoje é dia de simplesmente caminhar por Miami Beach, suas prais e avenidas.
Despertamos as 8:30 horas, café da manhã e andar... muuuito lentamente... porque já está 32 graus a sombra.
Fico imaginando esta cidade no verão e acho que deve ser mais abafado do que no Brasil.



Foi difícil caminhar, mesmo de camiseta, chinelo e boné para deserto... rs

O fato é que após dar uma olhadela na praia, na região de Mid Beach, descemos para o sul, na direção da Best Buy, para ver se sobrou algo da black friday e tentar comprar um mixer que no Brasil custa cerca de 400 reais e aqui custa 30 dólares.
Bem, 50 minutos de caminhada para descobrir que acabou tudo nas prateleiras.
Continuando a caminhada, voltamos a praia em South Beach e subimos pela Ocean Drive, observando a arquitetura art deco

e os ícones dos anos 50/60.






O Flamingo/Lummus Park








e o clima alegre e descontraído do lugar, inclusive com performances latinas em alguns bares.


O clássico
e o mais atual, um pouco...



Tudo muito bonito e bem cuidado.




Voltando a Lincoln Road, fui a Apple, a fim de trocar o bônus recebido ontem para adquirir uma boa capa para meu novo aparelho e entregar o antigo em troca de US$ 100. Mas, ao contrário do que foi dito ontem por outro vendedor, só aceitavam me dar em bônus e então não quis.
Curtindo o alegre movimento do bouleard, topamos com um delicioso show de rock na rua.


Uns beliscos, cervejas, passeio pelos supermercados locais, comprando meus cafés especiais e retorno ao hotel, as 20 horas, já exaustos, para arrumar as malas e descansar.
Deste dia ainda ficou a sensação de se sentir num país tropical, com a diferença que a língua falada é um inglês horrível, quase incompreensível e uma certa secura no tratamento nas ruas.