segunda-feira, 16 de abril de 2018

Egito 2018 - II

Dia 6 de abril e após 3 dias viajando, tivemos que acordar as 4:20 da manhã e sair para o aeroporto do Cairo, onde teríamos novo voo.
O guia fez um pacote de itens e tomamos café da manhã na van... rs
Check in feito, embarcamos num Embraer 170, já meio velhinho, da Egyptair, com destino a Luxor.

Decolagem as 7:30 horas e após pouco mais de uma hora de voo chegamos ao nosso destino.
Desembarcamos as 8:45 horas e comprei, enquanto aguardava as malas, um chip Vodafone, com 4.4 giga de internet, por 10 Euros incluindo o Sim card.
Mais momentos ruins no trânsito egípcio e fomos direto ao templo de Karnac.

Pelo caminho, como em todos os lugares do Egito, inúmeras mesquitas. O país possui população composta por 85% de muçulmanos e 15% de outras crenças.
Primeira visão do Nilo...
Na entrada, a maquete dá uma ideia do templo original.
Construído entre 2.200 a.C. e 360 a.C., era o principal local de culto aos deuses Amon, Mut e Khonsu.
Cerca de 80 mil pessoas trabalharam na sua construção.
Aproveitem algumas fotos...






Aqui, são 134 colunas em forma de papiro, com 21 metros de altura e 4 metros de diâmetro


Algumas pinturas originais ainda resistem ao tempo...



Emociona olhar coisas construídas a mais de 4.200 anos atrás!! São 42 séculos...


Que lugar incrível!!



Por volta das 12 horas fomos levados ao nosso barco, o Alyssa, com o qual faremos um cruzeiro pelo Nilo.

Temos até uma piscina no, deck mais alto.
Malas no camarote,






















almoço para recuperar as energias, com uma cerveja local, a Sakara,
e, na sequência, fomos levados ao templo de Luxor.

Quase pareço um arqueólogo... rs
Na verdade me deslumbro com tudo o que vejo.

Com as cores originais remanescentes é fantástico!!
E foram muitas fotos...





 














Após voltar ao barco, um bom banho e jantar, indo para a cama, exaustos, as 23 horas, para amanhã acordar cedo, mais uma vez.
A temperatura ficou ao longo do dia na casa dos 28 graus e segundo os egípcios está fresco... rs
O grande problema é a secura do ar, afinal estamos em área desértica...

domingo, 15 de abril de 2018

Egito 2018

E vamos lá, para a primeira viagem internacional de 2018: O antigo Egito, com conexões propositalmente longas em Paris, para matar a saudade da cidade luz.
Aeroporto do Galeão, dia 3 de abril a tarde. Após muita tensão devido a greve de 24 horas dos aeroviários da Air France, o voo foi confirmado.

No lounge Smiles foi possível relaxar e comer algo, antes da grande jornada.

Já a bordo, às 15 horas, após um atraso de 15 minutos no embarque.
O avião, um enorme Boeing 777 e, como geralmente faço, poltronas duplas no fim da aeronave, reservadas sempre que consigo.

Decolando para pouco mais de 10 horas de voo...
Logo comecei a me aborrecer com a central de entretenimento a bordo, cujas telas falhavam ao toque, apresentando ainda som ruim e com péssima indexação dos filmes, impedindo uma busca adequada.

Após uma taça de champanhe, o jantar servido foi um tanto quanto insosso, com salada crocante com cenouras e abobrinhas e frango ao limão, acompanhado de queijo camembert e bolo de chocolate. Um Merlot bem ruinzinho foi o acompanhamento.
Ao amanhecer, café da manhã mediano em termos de qualidade e 7:40 horas tocamos a pista do Charles de Gaulle, com 5 minutos de atraso. Após um enorme tempo de taxiamento, desembarcamos e demos de cara com outra greve. Agora dos metroviários, o que atrapalhou nosso deslocamento, já que estou acostumado a pegar o RER B direto até Saint Michael e hoje terei que saltar na Gare du Nord e fazer baldeação.
O que importa é que em pouco mais de uma hora e 20 minutos estávamos em Saint Michael Notre Dame pra matar a saudade do Quartier Latin e adjacências.
Fonte Saint Michael, primeira grande recordação de todas as vezes que vou à cidade luz...

O velho Sena...
E Paris sempre bela e interessante...
A especial Catedral de Notre Dame e a primeira self.








Tempo nublado e gostosos 12 graus de temperatura.
Após uma caminhada pelo Boulevard Saint Michel e adjacências e almoço, o caminho inverso usando o RER, embarcando as 15 horas com destino ao Cairo.

A saída foi com 40 minutos de atraso, pela companhia Joon, a low cust da a Air France. Só que nem parecia low cost. Um lotado Airbus A-340, novíssimo, daqueles que variam a iluminação no teto a fim de proporcionar mais conforto aos passageiros.
Ao contrário da Air France, o entretenimento a bordo é nota 10! Até o fone de ouvido é de melhor qualidade. Ah e a comida também melhor do que no voo da Air France.
Optei por um penne a napolitana, com o camembert de sempre, pedaços de maçã e torta de morango. Tudo acompanhado de vinho tinto.
Decolamos de Paris com 40 minutos de atraso e pousamos, após 4 horas e meia de voo e 30 minutos após o horário programado, as 21:05 horas, no Cairo, Egito.





















Logo fomos recebidos pelo agente da operadora espanhola do tour que comprei e fomos ao banco pagar os 25 dólares pelo "necessário" visto egípcio, certamente uma bela fonte de renda do país.



Na van, a caminho do hotel, pudemos ter uma noção de como é o trânsito na cidade do Cairo.
Foi mais de uma hora até o hotel, assistindo a todo tipo de barbaridades que se possa imaginar, por parte dos motoristas egípcios. Em outro post abordarei os absurdos presenciados em toda a estada no país.
Chegamos ao hotel Mercure, que apesar de possuir 4 estrelas, não as merece. Corredores empoeirados, quarto deixado absolutamente gelado, banho terrível, com a ducha danificada, luzes fraquíssimas e wi-fi inexistente nas dependências do hotel, exceto no lobbie e ainda assim, com lentíssima velocidade de internet.
A temperatura estava em 25 graus e após um banho dormimos por volta da 1:45 da manhã, exaustos e para acordar muito cedo amanhã, ainda de madrugada e tomar mais um voo...