domingo, 18 de dezembro de 2011

O sonho não acabou...

Após ver, ao longo do dia, todo mundo palpitando, elogiando, zoando, o time do Santos Futebol Clube, vai aqui a minha opinião. Afinal, tenho um blog e posso fazer isso.
Acordei as 8 horas e liguei a tv para assistir ao tão esperado jogo. Com 10 minutos, só não desliguei a tv e voltei a dormir, porque imaginava que poderia ver lances raros em uma grande partida de futebol. Ledo engano. Passei 90 minutos assistindo ao meu time, da mesma forma que ele assistia ao Barcelona e se poupava, com medo de fazer vergonha. Aí sim, fizeram vergonha. O Barcelona fez o "feijão com arroz", que vêm fazendo a quase 2 anos, e derrotando todo mundo e o Santos fez, na minha opinião, a partida mais covarde dos últimos tempos para o futebol brasileiro. Não sei se teria mudado algo, ou, de repente, tomado de 10, se fizessem diferente. Mas o importante é que o técnico foi covarde, teve medo de perder de muito, certamente passou isso aos jogadores, que não foram nem sombra do que vinham sendo ao longo do ano, em campo. Se fosse o caso de apontar um culpado, para mim seria Muricy Ramalho. Quanto aos jogadores, Neymar, quando teve oportunidade, preferiu a firula. Ganso, "sumiu" em campo, com aquela sua fisionomia de "eu primeiro", que me fez, de achar que seria o maior craque do futebol no futuro, a mais um que "morre na praia", preocupado consigo mesmo e se super valorizando.
Enfim, o Santos sabia, desde o dia 22 de junho, que ia enfrentar o especial time do Barcelona e nada fez. O elenco só decaiu, a participação no brasileiro foi sofrível, e olha que foi um péssimo campeonato, nivelado por baixo e, com um mínimo de regularidade, não seria difícil sagrar-se campeão. Mas não, o foco é o mundial... Pra chegar na final e assistir o outro time jogar? Sinceramente não imaginava tanta covardia do elenco do Santos, principalmente do técnico, diante do adversário.
Claro que não foi vergonha perder para uma máquina de jogar futebol como o Barcelona. Vergonha foi perder do jeito que perdeu. Preferia que tivesse perdido por diferença maior, mas que tivesse pelo menos ameaçado o adversário. Bem, Muricy se revelou medíocre taticamente, e suas declarações após a partida comprovam o que digo e os jogadores morreram de medo de levar "olé". Olhavam para os jogadores espanhóis como se fossem deuses e tinham medo de ir pra cima. Adriano se poupou, já que está vendido mesmo. Pra que complicar...
Mas continuo afirmando que se alguém tivesse que levar a culpa, seria o técnico.
Na verdade, a culpa é nossa. Ou alguém acha que o futebol brasileiro tem chance de ser campeão em 2014?
Tudo o que disse, não foi porque o Santos perdeu de 4, porque para mim, moralmente, ele perdeu de 7 ou 8. O Barcelona teve "fair play" e não forçou, tentando apenas jogadas bonitas no segundo tempo. Se divertiram jogando e perceberam que impunham medo aos jogadores do Santos.
Mas, tal e qual o título do post, 2012 é o ano do centenário e o sonho não acabou. Espero que tenha sido assimilada alguma lição.

Valeu!

Último fim de semana, antes do Natal...
Sol, chuva, arco íris...

Deu pra relaxar um pouquinho, acertar mais algumas coisas da casa e, pena, Conam está machucado e estou dando antibiótico, vitamina, pomada nas patinhas... Excesso de umidade.
Podia ter sido melhor? Sim, claro. Mas nenhum time no mundo, hoje, venceria o Barcelona... rs
Pra este fim de tarde gostoso, nada como um pouco de bossa nova com um letra bem romântica...

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Fim da semana de trabalho

 
Chegar em casa, escapando da pancada de chuva, após uma semana cansativa de trabalho, assembleias, viagem e dar um mergulho na piscina, tendo esse fim de tarde à disposição do meu campo visual: Não tem preço!!!
Só ouvindo a banda gaúcha, Acústicos & Valvulados:

Nunca mais abro a janela do meu quarto
Num dia cinza
Sei que o sol fica dormindo atrás das nuvens
Não ilumina
Nem penso muito no que pode acontecer
Enquanto arrumo
Todas as coisas que eu sinto
O meu passado e o meu destino
E espero que o fim da tarde venha com você
Resisto mas escuto bem o som dos carros
Na avenida
Quero mais é descansar com meu cigarro
No andar de cima
Nem penso muito no que pode acontecer
Enquanto arrumo
Todas as coisas que eu sinto
O meu passado e o meu destino
E espero que o fim da tarde venha com você
Sem pressa risco no papel uns poucos traços
Pra despedida
Do que me leva a cantar assim tão baixo
E me alucina
Nem penso muito no que pode acontecer
Enquanto arrumo
Todas as coisas que eu sinto
O meu passado e o meu destino
E espero que o fim da tarde venha com você

Quando você chegou

E completando o momento Flávio Venturini, após uma assembléia de condomínio, uma música lancinante...

Vento leva a minha voz
E vê se encontra
O meu amor
Nada faz sentido
Nesse mundo sem o seu amor
Me sinto assim
Meio sem rumo
Viajo no meu disco voador
Te procurei no oceano
E quase que eu me entrego
À solidão
Voa passarinho, voa até
O céu mudar de cor
Nada faz sentido nesse mundo
Sem o seu amor
Você passou
Eu aprendi
A sonhar
Você me olhou
Fez o deserto chorar
A sua alma me abraçou
O seu calor fez o sol se pôr
A lua cheia se esvaziou
Quando você chegou

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Mensagem de Boas Festas!

Caríssimas e Caríssimos,

2011 está terminando.
Foi um ano de muito trabalho, muito stress, mas muito prazer pessoal também, agora na Logística/Qualidade, sempre com a certeza de que "tudo vale a pena, quando a alma não é pequena".
Este ano, a "historinha" para reflexão que trago, muitos talvez já conheçam, porque circulou pela internet:

Em 2010, o jornal Washington Post realizou uma experiência numa estação do metrô de Nova York. Tudo foi gravado em vídeo e está disponível no YouTube. Após a experiência o resultado se tornou matéria de capa no jornal e foi amplamente debatida por especialistas, rendendo um prêmio Pulitzer ao jornal.
O sujeito desce na estação do metrô, vestindo jeans, camiseta e boné, encosta-se próximo a entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa, bem na hora do rush matinal. Mesmo assim, durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes. Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares. Alguns dias antes Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custaram 1.000 dólares. A experiência mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino. A iniciativa realizada pelo jornal era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.
A conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto. Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife. Esse é um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossa vida que são únicas, singulares, e a que não damos a menor bola porque não vêm com a etiqueta de seu preço. O que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes? É o que o mercado diz que você deve ter, sentir, vestir ou ser? Essa experiência mostra como, na sociedade em que vivemos, nossos sentimentos e nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detém o poder financeiro. Mostra-nos como estamos condicionados a nos mover quando estamos no meio do rebanho ou, a “massa humana”.
Afinal, o que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes? É o que o mercado diz que podemos ter, sentir, vestir ou ser? Será que os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detêm o poder financeiro? Será que estamos valorizando somente aquilo que está com etiqueta de preço?
Uma empresa de cartões de crédito vem investindo, há algum tempo, em propaganda onde, depois de mostrar vários itens, com seus respectivos preços, apresenta uma cena de afeto, de alegria e informa: Não tem preço.
E é isso que precisamos aprender a valorizar. Aquilo que não tem preço, porque não se compra. Não se compra a amizade, o amor, a afeição. Não se compra carinho, dedicação, abraços e beijos. Não se compra raio de sol, nem gotas de chuva. Usufruamos dos momentos de ternura que os amores nos ofertam, intensamente, entendendo que sempre a manifestação do afeto é única, extraordinária, especial.
Fiquemos mais atentos ao que nos cerca, sejamos gratos pelo que nos é ofertado e sejamos felizes, desde hoje, enquanto o dia nos sorri e o sol despeja luz em nosso coração, apaixonado pela vida.

Pra terminar, uma historinha que postei em meu blog e que repercutiu bastante entre os seguidores: A fábula do porco-espinho.

Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinho, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Por isso decidiram se afastar uns dos outros e começaram de novo a morrer congelados. Então precisaram fazer uma escolha: ou desapareciam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E assim sobreviveram.
Moral da História:

O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades.

Muito obrigado a todos com quem tive o privilégio de conviver mais 365 dias e não esqueça:

"O melhor uso da vida consiste em gastá-la por alguma coisa que dure mais que a própria vida." (William James)

Um lindo Natal e um maravilhoso 2012!!!
 

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

São Paulo

Hoje foi corrido! Atraso de vôo na ida, atraso de vôo na volta, aeroporto de Congonhas cheio e confuso. E Natal, Ano Novo e férias estão chegando. Como será?

No fim, tudo certo e a sensação do dever cumprido, mais uma vez.

De quebra, meu Santástico detonou o time japonês e está na final do mundial interclubes. Será que a terceira estrela vêm? Difícil, mas a gente acredita até o final.
Dá-lhe, Peixe!!!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Love so right


Ela surgiu como a noite e se agarrou com força,
E o mundo ficou certo quando ela fez amor comigo,
Nós éramos livres.
Ela entrou [em minha vida] como uma amiga,
Começou a me amar,
E eu pensei que tinha achado meu paraíso nos braços dela.
Mas na manhã quando eu acordei,
Eu estava aqui e ela tinha partido.
Agora estou esperando,
Talvez você possa me dizer como um amor tão certo
Pode vir a se tornar tão errado.

Para onde ela foi quando eu precisava dela perto de mim?
E a história perfeita terminou no começo...
Eu pensei que você tinha vindo para sempre,
E você veio para quebrar meu coração.
Agora estou esperando,
Na perspectiva que você voltará para mim.

Como um amor tão certo pode vir a se tornar tão errado?
Oh, minha querida.
Como um amor tão certo pode vir a se tornar tão errado?
Oh, minha querida.
Eu poderia lidar com isso, começar a viver para o momento.
Talvez metade das coisas que procuramos nunca estiveram lá.
Simplesmente abra seus olhos
E reduza tudo às suas devidas proporções.
Isso realmente não é justo...

Tomara


...Que a tristeza lhe convença
Que a saudade não compensa
E que a ausência não dá paz
E o verdadeiro amor de quem se ama
Tece a mesma antiga trama
Que não se desfaz

E a coisa mais divina
Que há no mundo
É viver cada segundo
Como nunca mais...

(Vinícius de Moraes)

Adoro!!!

Reabastecimento

Hoje foi o dia do reabastecimento. Bem, deu pra conversar, beber um pouco e ver colegas queridos, fora do ambiente de trabalho.
Agora, chegar em casa mais cedo e, com esse calor, dar um mergulho na piscina, não tem preço!
Bem, amanhã, reunião em São Paulo.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Natal brasileiro

Que tal um Natal brasileiro, pra variar? Sem Merry Christmas, ou neve?
Apenas o nosso som, a nossa brasilidade!