O suspense disfarçado de comédia, ou comédia disfarçada de suspense, dirigido por Stanley Donen, conta a história de uma viúva americana em Paris que é perseguida por diversos homens que desejam o dinheiro roubado pelo falecido. Mas ela não tem a menor idéia onde ele pode estar e acaba se apaixonando por um deles, que pode ser também um bandido.quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Charada
O suspense disfarçado de comédia, ou comédia disfarçada de suspense, dirigido por Stanley Donen, conta a história de uma viúva americana em Paris que é perseguida por diversos homens que desejam o dinheiro roubado pelo falecido. Mas ela não tem a menor idéia onde ele pode estar e acaba se apaixonando por um deles, que pode ser também um bandido.Inveja
É, eu devo estar fazendo um excelente trabalho, porque tem despertado tanta inveja. Está me dando tanto trabalho extra lidar com isso que, haja paciência!quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Brasília
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Só chove!
... Nem tudo é dias de sol,E a chuva, quando falta muito, pede-se
-Por isso tomo a infelicidade com a felicidade
Naturalmente, como quem não estranha
Que haja montanhas e planícies
E quando haja rochedos e erva...
O que é preciso é ser-se natural e calmo
Na felicidade ou na infelicidade,
Sentir como quem olha,
Pensar como quem anda,
E quando se vai morrer, lembrar-se de que o dia morre,
E que o poente é belo e é bela a noite que fica...
Assim é e assim seja...
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Amores imperfeitos
Não precisa me lembrar
Não vou fugir de nada
Sinto muito se não fui feito um sonho seu
Mas sempre fica alguma coisa
Alguma roupa pra buscar
Eu posso afastar a mesa
Quando você precisar
Sei que amores imperfeitos
São as flores da estação
Eu não quero ver você
Passar a noite em claro
Sinto muito se não fui seu mais raro amor
E quando o dia terminar
E quando o sol se inclinar
Eu posso por uma toalha
E te servir o jantar
Sei que amores imperfeitos
São as flores da estação
Mentira se eu disser
Que não penso mais em você
E quantas páginas o amor já mereceu
Os filósofos não dizem nada
Que eu não possa dizer
Quantos versos sobre nós eu já guardei
Deixa a luz daquela sala acesa
E me peça pra voltar
Não precisa me lembrar
Não vou fugir de nada
Sinto muito se não fui feito um sonho seu
Sei que amores imperfeitos
São as flores da estação
Mentira se eu disser
Que não penso mais em você
E quantas páginas o amor já mereceu
Os filósofos não dizem nada
Que eu não possa dizer
Quantos versos sobre nós eu já guardei
Deixa a luz daquela sala acesa
E me peça pra voltar
domingo, 2 de janeiro de 2011
Chico e amigos

O especial Chico e amigos, assustou!

Os vampiros que se mordam

Depois do sucesso da divertida série 'Todo Mundo em Pânico', o gênero foi popularizado, e a dupla Jason Friedberg e Aaron Seltzer se especializou em sátiras sofríveis e doloridas de assistir. Começaram com filmes ruins e terminaram com bombas: 'Uma Comédia Nada Romântica', 'Deu a Louca em Hollywood', 'Espartalhões' e 'Super-Heróis - A Liga da Injustiça'.
A boa notícia é que este 'Os Vampiros que se Mordam' é o melhor filme da dupla até o momento, e não é um elogio.
Copiando descaradamente cena por cena o filme que satiriza, a comédia consegue acertar algumas piadas e desconstruir a imagem já hilária da protagonista Bella, a garota sonsa que se torna um imã para um vampiro bonitão e um lobisomem gostoso na franquia 'Crepúsculo'. A atriz Jenn Proske, que vive a protagonista Becca, copia todos os trejeitos de Kristen Stewart, como a boquinha meia aberta e a cara de arroto, e consegue alguns bons momentos.
São poucos os momentos de liberdade criativa, como as breve aparecições de Buffy - A Caça Vampiros, Alice e Lady Gaga. E todas essas cenas já foram vistas no trailer.
Com piadas prontas, que provavelmente já vieram na cabeça dos espectadores enquanto assistiam o filme baseado no livro de Stephenie Meyer, a sátira não tem liberdade de tentar inovar ou improvisar: é como assistir 'Crepúsculo' novamente, mas desta vez com um enredo um pouco mais engraçado. Bem pouco.
As pessoas que não se interessam pela história melosa da 'Saga Crepúsculo' já conseguem rir assistindo aos filmes originais, criando piadas no próprio imaginário. Com esse poder criativo dos próprios espectadores, 'Os Vampiros que se Mordam' acaba se tornando desnecessário.
